sábado, 19 de setembro de 2015

Poltergeist (2015)

Foto:  MGM/ Ghost House Pictures/ Vertigo Entertainment

Primeiro de tudo eu preciso dizer que nos últimos vinte anos, foram raros os filmes que realmente me deixaram com medo. Normalmente eu gosto de assistir filme de terror meio tosco, que é pra poder dar risada. Esse não foi um desses casos.
Se juntando ao hall de The Blair Witch Project (sendo que ele é feito para você tomar sustos), Paranormal Activity (assistir sozinha em casa de noite não foi uma boa idéia), The Conjuring e Mama, esse novo Poltergeist é, por falta de um expressão melhor, de dar medo.
Vou ser bem sincera, tirando algumas das cenas mais icônicas eu não lembro muito bem do original (shame on me), mas com certeza absoluta esse fez jus ou seu antecessor.

Eric Bowen (Sam Rockwell) se muda com sua família para um novo condomínio que foi construído em cima de um antigo cemitério, de onde, tecnicamente, as lápides e os corpos foram retirados (porque, claro que isso ia dar certo).
Seus dois filhos mais novos Madison e Griffin começam a ter interações com as aparições, que seduzem a menina e amedrontam o garoto.
Quando Madison desaparece e os chama de dentro da TV (nesse momento eu estava agarrando minhas perninhas em cima do sofá e suspirando "Por quê?"), a família acaba chamando profissionais do ocultismo para tentar encontrá-la e trazê-la de volta. A partir desse momento é um treme daqui, grita dali, puxa o braço do sujeito acolá, com eventuais coisas voando em todas as direções. Nem preciso dizer que quando eles finalmente a encontram ela está numa espécie de sub-mundo com pessoas se deteriorando e se esticando e ah, meu deus, que terrível!!
Bom, o filme super vale a pena assistir. De preferência apertando a mão da sua mãe. Dentro de um círculo de sal grosso. Com um cano de ferro na outra mão. E um pentagrama no pescoço. Daí fica tudo certo. Bons sonhos.

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