quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Magic Mike XXL

Leia Antes!
Foto:  Warner Bros./ Iron Horse Entertainment

Ao contrário do primeiro filme, esse não tem muita estória, o que é muito bom, porque não foi por estória que a gente quis assistir!

Depois de largar o Kings of Tampa, Mike (Channig Tatum) finalmente abriu seu negócio de montagem de móveis personalizados. Passados três anos, os rapazes o contactam para um último trabalho, se apresentar na convenção anual de strippers em Myrtle Beach.

O primeiro eu achei muito drama, meio depressivo até, todas as festas e drogas e todo mundo claramente infeliz. Esse filme é o oposto, eles fazem piada e estão realmente felizes de fazer essa última apresentação, pois depois disso cada uma vai viver sua vida e seu sonho.
Fora que não precisa de nenhuma desculpa para ver homem gostoso tirando a roupa. E se essa é a sua preocupação, calma, as danças são sexys, mas tem mais pele aparecendo em um episódio de Game of Thrones. Já se você só está aqui para isso, eu aconselho pular pra última meia hora do filme, onde estão as cenas mais interessantes.

Scream Queens

Leia Antes!
Foto: Brad Falchuk Teley-Vision/ Ryan Murphy Productions/ Twentieth Century Fox Television

Não que eu tivesse levado muito a sério essa série quando vi a sinopse, mas acho que não esperava tanta afetação.
Ela é uma série engraçada, não tem como negar isso, grande parte graças a sempre bitch Emma Roberts. Mas eu esperava algo um pouco menos engraçado.
A estória, no geral, me lembrou muito a de Valentine de 2001 e de Urban Legend de 1998, fora esse poster principal sendo uma clássica alusão à Scream de 1996.

A KKT ou Kappa Kappa Tau é uma república de garotas exatamente como todos os filmes de faculdade mostram e ainda pior, cheia de segredos e mortes na sua estória. Seus membros começam a ser perseguidos e assassinados por um homem vestido de diabo vermelho e as meninas vão ser obrigadas a se unir contra essa ameaça.

É uma série adolescente.

Tomorrowland

Foto: Walt Disney Pictures

- Hugh Laurie
- Ficção científica
- George Clooney
- Paris
- Disney
- Coisas futurísticas
- Jules Verne
- Nikola Tesla
- Pessoas inteligentes em geral
- Robôs!

Pronto, se você não gosta de nenhuma dessas coisas, então não assista esse filme, você irá odiá-lo! Do contrário, corre e assiste agora!!
Esse filme me trouxe tantos sentimentos bons, entre passado, presente e futuro.
Para começar quando eu fui no brinquedo "Tomorrowland" da Disney eu tinha quatro anos e é uma das poucas coisas que eu lembro. Primeiro porque eu realmente acreditei que o que eu estava vendo era um futuro possível, então super me identifiquei com a personagem principal do filme. Depois que eu fiquei maravilhada com aquilo. O fato de ser uma possibilidade nem passava pela minha cabeça, eu tinha CERTEZA de que o futuro seria daquele jeito, de que teríamos coisas tecnológicas para nos ajudar no dia-a-dia. Não estava completamente errada.
Em segundo lugar, como boa fã de ficção científica e de tecnologia, eu era quase que obrigada a pirar com esse filme. Cada invenção, cada cena, cada detalhe, me fez dar gritinhos empolgados. Quando aparece a primeira menção ao Tesla eu quase gritei. E quando eles falam de livros que contavam sobre futuros distópicos e coisa incríveis, na hora me veio Verne na cabeça e mais pra frente no filme ELES REALMENTE FALAM DO VERNE!!
A nerd em mim só faltou soltar fogos vendo esse filme (obrigada Walt!). Aliás, aparece uma nave totalmente steampunk que se você não gostar, você não merece viver!

Bom, vamos lá! A estória do filme gira em torno de Casey Newton (Britt Robertson - a Angie de Under the Dome!!), uma garota gênio, extremamente esperançosa que está tentando impedir uma base de lançamento da Nasa de ser demolida quando é presa. Ao sair da cadeia e pegar seus pertences, Casey nota um boton (*chills*) entre suas coisas, que não lhe pertence, é o boton de Tomorrowland. Quando ela o toca tem um vislumbre do que é Tomorrowland.
Eventualmente, Casey encontra com Frank Walker (George Clooney), um inventor amargo com a vida e sem esperança de que as coisas possam mudar. Frank já esteve em Tomorrowland e aprendeu que lá é para onde vão os grandes inventores para que eles possam criar sem interrupções ou distrações, ou pelo menos é para onde eles iam antes de Nix (Hugh Laurie) fechar as portas de acesso para a terra do amanhã. Casey e Frank se juntam para tentar ir para Tomorrowland mudar o futuro do mundo e contam com a ajuda de Athena (Raffey Cassidy).

Se depois disso tudo você ainda não quiser assistir esse filme, tudo que me resta é ter dó de você.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blindspot

Foto: Quinn's House/ Berlanti Productions/ Universal Television

Finalmente saiu o piloto de Blindspot. Alguns estavam animados com a série, outros achavam que ela não traria nada demais.
Eu, particularmente, tinha gostado muito do trailer quando o assisti e achei que o piloto fez por merecer.
Como uma fã de estórias policiais, me agrada quase qualquer tipo de série policial que apareça, seja misturada com drama, ficção científica, suspense, comédia ou fantasia, se for policial, eu to dentro (nem que seja para assistir o primeiro episódio e nunca mais ver a série).

A estória gira em torno dessa Jane Doe (Jaimie Alexander), que é encontrada dentro de uma bolsa na Time Square, sem nenhuma lembrança de seu passado e com o corpo todo recentemente tatuado, exceto por seu rosto. Ela vai parar no FBI e acaba os ajudando a resolver o mistério em volta dela mesma e de suas tatuagens, que contém pistas para evitar crimes que ainda não foram cometidos, entre outras coisas.
Entre isso tudo, a Jaimie está daquele jeito Lady Sif, meio séria meio brava que não tem como você não gostar dela. Aos 18:30 minutos de episódio eu sabia que gostava da personagem e aos 23:30 eu queria casar com ela. Todo o mistério e as intenções e personalidade da personagem dão o potencial de ser uma série fenomenal. Espero que eu esteja certa.

Insidious: Chapter 3

Foto: Gramercy Pictures/ Stage 6 Films/ Entertainment One

Eu tenho que admitir que estava com um pouco de medo de assistir esse filme, não pelos motivos óbvios, mas porque eu gostei tanto do primeiro e do segundo, que fiquei com medo desse não ser assim tão bom. Isso por que esse não é bem uma sequência, mas sim uma introdução. Eu estava errada.
Ele poderia perfeitamente se chamar qualquer outra coisa que não tivesse a ver com Insidious e seria igualmente bom, com a diferença que talvez eu não tivesse assistido tão rápido.
Esse filme fecha para mim a conclusão de que finalmente os grandes filmes de terror estão de volta. Passamos por uma fase negra de filmes de terror, onde o máximo que eles assustavam ara o meu senso de estética. Monstros e espíritos mal feitos, efeitos visuais ruins, sem contar a encenação, muitas vezes, pobre de dar dó, eram algumas coisas que fizeram filme de terror virar sinônimo de filme de comédia.

Esse não é um desses filmes.

A estória gira em torno de Quinn Brenner (Stefanie Scott) que perdeu a mãe há um ano e meio e deseja falar com ela. Quinn já havia tentado estabelecer contato com o espírito da mãe quando vai procurar Elise Rainier (sim, você lembra dela), interpretada por Lin Shaye, que tenta, porém falha em contactar a mãe de Quinn.
Elise não trabalha mais com isso desde sua última tentativa de ajudar o menino Lambert, que o salvou (ou pelo menos é o que todos acreditam), porém trouxe a velha viúva da escuridão.
Elise fala para Quinn não tentar chamar a mãe de novo e explica que quando se chama alguém na escuridão, todos ouvem. A menina ÓBIVO não escuta e chegando em casa, escuta barulhos estranhos e acha que é a mãe, chamando por ela.
Eventualmente Quinn sofre um acidente, morre e volta a vida, o que faz com que sua conexão com o mundo espiritual fique mais forte e sua força de vontade mais fraca. A partir daí ela começa a ser aterrorizada por uma entidade ruim cujos desejos são obscuros.

Acho que eu não preciso nem dizer que Poltergeist não ficou nem uma semana no topo da lista, Eu morri de medo desse filme! Ao ponto de ter que assistir algo mais light depois para conseguir dormir! Existiram momentos em que eu não podia ser distinguida das almofadas do sofá, de tanto que fui me enfiando entre elas.
O filme é, por falta de expressão melhor, DO CARALHO. E se você não gosta de filme de terror, nem tente assistir esse. Ele fecha com chave de ouro a trilogia Insidious e (o pior de tudo) te faz parar para pensar... Lembre-se de não chamar por ninguém em meio a escuridão, vai que eles atendem.

Chappie

Foto: Columbia Pictures/ Media Rights Capital/ LStar Capital

Sim, eu demorei horrores para assistir esse filme, mas finalmente foi!
Eu achei o filme genial. começando por toda a idéia de se passar na África do Sul. Sim, como todos os outros filmes do diretor Neill Blomkamp e sim, provavelmente pelo fato dele ter nascido em Joanesburgo. Mas ainda assim, tivemos um filme falando, não só sobre uma super tecnologia implantada na realidade, como também sobre inteligência artificial e ele não se passa nos Estados Unidos, só isso já merece muito crédito.

Além disso temos o fato de que eles conseguiram fazer com que o Hugh Jackman ficasse com cara de white trash e isso é muito fod*! O cara é um símbolo sexual há sei lá eu quanto tempo e o Neill o transformou não só em algo aterrorizante de mau, como também em um cara levemente nojento.

Os "vilões" do filme são humanos. E por vilões eu quero dizer os do começo do filme. Yo-Landi e Ninja, além de praticamente estarem se interpretando - para quem não sabe eles são músicos de Joanesburgo e esses são seus nomes artísticos na vida real -, também mostram não só lados ruins como lados bons. Ela trata o Chappie como um filho mesmo e ele (demora, mas) salva Deon (Dev Patel) e fica para enfrentar o Moose sozinho, mesmo sabendo que isso provavelmente iria lhe custar a sua vida.

Sem contar o fato de que o gênio do filme é um garoto indiano magrinho de tudo que até pouco tempo atrás estava pedindo esmolas nas ruas da Índia e tentando salvar a garota que ele amava, não pera, isso foi outro filme...

O herói é um robô! E o pior de tudo é que não tem como você não se apaixonar pelo Chappie, ele é simplesmente muito fofo! Mesmo se transformando num criminoso.

Bom, uma curiosidade é que esse filme é baseado no primeiro curta (e põe curta nisso) escrito e dirigido por Blomkamp, chamado Tetra Vaal - o nome da empresa dos robôs policiais no filme. O curta é de 2004 e mostra, como se fosse um comercial da empresa, como seria se as ruas fossem patrulhadas por robôs ao invés de seres humanos. Para assistir no Youtube clique aqui.

O filme ainda conta com a presença de Sharlto Copley (como em todos os outros filmes de Blomkamp), como Chappie e Sigourney Weaver, como a diretora da Tetra Vaal.

Aloha

Foto: Columbia Pictures/ Regency Enterprises/ LStar Capital

Esse filme é muito bom!

Brian Gilcrest (Bradley Cooper) é um ex-militar americano, que agora trabalha para uma companhia privada - que o dono é interpretado por ninguém menos que Bill Murray - e é enviado ao Havaí para conseguir fechar um negócio com os havaianos.
Brian tomou algumas decisões erradas na vida, que o fizeram quase perder o emprego e essa é sua última chance de fazer algo certo. Ele encontra com sua ex-namorada Tracy (Rachel McAdams), que está casada e com filhos e tem, como encarregada por ele, a capitã Allison Ng (Emma Stone), com quem ele não se dá muito bem no começo.

O filme tem umas tiradas extremamente inteligentes e a química dos três é absurdamente boa. Os olhares, as caras, toda a conversa corporal e não corporal do elenco está sensacional e o filme flui de uma forma que é uma delícia de ser assistido.

Ainda compõe o elenco Alec Baldwin, John Krasinski e Danny McBride.

The Bastard Executioner

Foto: FX Productions/ Fox 21/ Imagine Television

Eu vou ser bem sincera, eu esperava algo diferente dessa série. O piloto é um episódio duplo, sendo uma hora e meia, ao contrário do padrão de 45 minutos, e foram os 90 minutos mais longos dos últimos tempos.
A série é interessante, mas o começo foi extremamente parado, as coisas foram ficar um pouco mais animadinhas lá pelos últimos 30 ou 20 minutos do episódio e eu quase desisti antes - sendo que eu dormi no meio e tive que voltar uma parte. Mas eu acho que esperava algo num pique mais Vikings e não é exatamente esse o propósito dessa série.

A série começa com alguns flashes da personagem principal, Wilkin Brattle (Lee Jones), que está sonhando com seu passado como soldado do Barão Ventris. Ele vence uma luta contra os rebeliões e é deixado, pelo próprio Barão (que não lutou), para morrer.
Wilkin se junta aos rebeliões e começa a viver numa vila, sem que ninguém saiba que ele era um soldado. Sua mulher está grávida e ele sai com outros seis homens da vila para matar os mensageiros do Barão, que vieram coletar impostos. Eles deixam um homem vivo. Esse homem volta e consegue reconhecer de que parte do reino seus atacantes vieram, com isso, o Barão manda seus soldados até a vila, mata todos e queima as casas (essa cena ficou bem sangrenta, aconselho aos de estômago fraco não a assistirem). Wilkin e os outros seis homens retornam e juram vingança. Então, tem uma briga que vale a pena, onde o Barão morre e Wilkin resolve (com um certo empurrãozinho) tomar o lugar do carrasco que andava com a comitiva do Barão, pois assim, todos acreditariam que os sete homens que demonstravam uma ameaça estariam mortos.

Depois disso (como eu disse, lá pelos últimos vinte minutos de episódio), as coisas começam a ficar verdadeiramente interessantes. Essa parte é como se fosse a introdução, mas a meu ver o piloto tem que ser aquilo que te chama atenção numa série, o que te faz querer assistir os outros episódios e esse piloto sozinho, não me convenceu. Como eu gostei muito do trailer, vou dar uma nova chance e assistir o terceiro episódio com uma grande xícara de café na mão, que é para não ter erro.

domingo, 20 de setembro de 2015

Limitless (a série)

Foto: CBS/ Relativity Media

O piloto vazou e MEU DEUS!
Acho que esse primeiro episódio conseguiu me deixar tão entusiasmada quanto o filme.
A estória segue a linha do tempo normalmente, sendo quatro anos após o término do filme que é de 2011. Eddie Morra, a personagem de Bradley Cooper está trabalhando no senado e faz uma aparição rápida que praticamente costura a estória da série.

Brian Sinclair (Jake McDorman) é um músico de 28 anos que trabalha como avulso durante o dia. Ele vai trabalhar numa empresa e reencontra seu amigo Eli, com o qual costumava ter uma banda, e acaba contando que seu pai está doente e ninguém consegue descobrir o que ele tem. Eli, então, resolve lhe dar uma pílula de NZT-48 sem explicar direito o que ela faz, apenas dizendo que irá ajudar. Com isso, Brian consegue descobrir o problema do pai e volta a Eli para pedir outra pílula, quando o encontra morto no chão do apartamento. O FBI entra no apartamento (sabe-se deus lá o porquê) e Brian toma outra pílula para conseguir escapar deles. Então, temos todas aquelas cenas no estilo do filme que te fazem ficar inquieto no sofá.
Eventualmente, ele recebe a ajuda de Eddie e acaba virando conselheiro do FBI, sob a guarda da agente Rebecca Harris (Jennifer Carpenter).

Se a série continuar no ritmo e na trama do piloto, vai ser algo de cair o queixo *dedos cruzados*.

Spy

Foto: Chernin Entertainment/ Feigco Entertainment/ Twentieth Century Fox

Atenção: Essa não é mais uma daquelas comédias bobas com a gordinha engraçada. Apesar de ter uma ou outra cena levemente exageradas, esse é um filme de comédia para dar várias boas risadas.

Ele conta a estória de Susan Cooper (Melissa McCarthy), uma agente da CIA, responsável por ajudar e guiar os agentes em campo.Quando seu parceiro, Bradley Fine (Jude Law), morre assassinado por Rayna Boyanov (Rose Byrne) - que diz saber os nomes de todos os agentes em campo - Coop resolve ela mesma ir atrás de Rayna, encontrá-la e descobrir seus planos.
Em meio a encontros e desencontros com o agente Rick Ford (Jason Statham), com quem ela não se bica e que pediu demissão da agência para ir atrás de Boyanov, Coop se demonstra uma ótima agente, saindo de enrascadas e ainda ajudando Ford.

The To Do List

Foto: CBS/ 3 Arts Entertainment/ The Mark Gordon Company

O filme conta a estória de Brandy Klark (Aubrey Plaza), uma adolescente nerd esquisita que acaba de se formar no colegial e resolve que não pode ir para a faculdade sabendo nada do mundo do sexo.
Então, após conversar com sua irmã mais velha, ela faz uma lista sobre tudo que precisa aprender sobre sexo nas férias de verão.
Ela acaba se envolvendo seu melhor amigo, Cameron (Johnny Simmons), e se apaixona por Rusty Waters (Scott Porter), com quem tem a intenção de perder a virgindade.
O filme mistura a inocência de uma garota que nunca ouviu falar sobre a maioria das coisas relacionadas a sexo com a explicitude que são os atos que ela vai ter que fazer. Sem contar que as caras e bocas que a Aubrey Plaza faz são, de fato, impagáveis.
O filme é uma comédia que vale a pena assistir. E o elenco ainda conta com a presença de Bill Hader, Rachel BilsonChristopher Mintz-PlasseAndy Samberg e Clark Gregg (Son of Coul!!).

Ooops! Noah is Gone...

ou All Cratures Big And Small
ou Two by Two
Foto: Ulysses Filmproduktion/ Fabrique d'Images/ Skyline Entertainment 

Só pelo nome, você já sabe que esse é um desenho fofo. Mas não me pergunte porque existem três nomes.

Noah constrói a arca para os animais e o leão é o encarregado de organizá-los. Os Nestrians (uma forma de vida colorida e engraçadinha, muito boa em construir casas), Dave e seu filho Finny, descobrem então que não foram autorizados a embarcar, por isso, embarcam fingindo ser Grymps como Hazel e sua filha Leah.
Em meio a um monte de confusões, Finny e Leah acabam saindo da arca e ficando para trás. Assim, eles terão que se adaptar um ao outro para conseguirem alcançar a arca antes que o planeta inunde.

O filme é extremamente adorável e não tem como você não se apaixonar pelos Nestrians. É uma animação feita em combinado com Alemanha, Irlanda, Luxemburgo, Bélgica e Estados Unidos, por isso, nenhum dos dubladores é exatamente conhecido.

InAPPropriate Comedy

Foto: 20th Century Fox

Já aviso, esse filme tem uma nota de 2,9 no IMDB e ele não merece!
Isso, é claro, se você gosta de filmes com várias estórias não conexas, sem pé nem cabeça e muito, mas muito sujo.
Ele tem uma pegada (mais pesada, porém parecida) como a do Movie 43.
Se eu for contar a estória do filme, vou acabar contanto ele todo. O que você precisa saber é que um cara fica mexendo no seu tablet e clicando em vários aplicativos diferentes (às vezes mais de uma vez) e cada aplicativo o manda para um vídeo curto. A maioria (ou talvez sejam todos) tiram sarro de algum programa americano, como The Amazing Race que vira The Amezing Racist.
Entenda, esse filme exagera em todos os preconceitos, de todos os tipos, justamente porque ele está, na verdade, tirando sarro das pessoas preconceituosas (mais especificamente o americano branco cristão), que vêem aqueles que são diferentes delas dessa forma. Se você não tem maturidade intelectual para entender isso, por favor, pare de ler o que eu escrevo não assista esse filme.

O elenco conta com a presença de Rob Schneider, Adrien Brody, Michelle Rodriguez, Lindsay Lohan Ari Shaffir (que também escreve).
Divirta-se!

sábado, 19 de setembro de 2015

Poltergeist (2015)

Foto:  MGM/ Ghost House Pictures/ Vertigo Entertainment

Primeiro de tudo eu preciso dizer que nos últimos vinte anos, foram raros os filmes que realmente me deixaram com medo. Normalmente eu gosto de assistir filme de terror meio tosco, que é pra poder dar risada. Esse não foi um desses casos.
Se juntando ao hall de The Blair Witch Project (sendo que ele é feito para você tomar sustos), Paranormal Activity (assistir sozinha em casa de noite não foi uma boa idéia), The Conjuring e Mama, esse novo Poltergeist é, por falta de um expressão melhor, de dar medo.
Vou ser bem sincera, tirando algumas das cenas mais icônicas eu não lembro muito bem do original (shame on me), mas com certeza absoluta esse fez jus ou seu antecessor.

Eric Bowen (Sam Rockwell) se muda com sua família para um novo condomínio que foi construído em cima de um antigo cemitério, de onde, tecnicamente, as lápides e os corpos foram retirados (porque, claro que isso ia dar certo).
Seus dois filhos mais novos Madison e Griffin começam a ter interações com as aparições, que seduzem a menina e amedrontam o garoto.
Quando Madison desaparece e os chama de dentro da TV (nesse momento eu estava agarrando minhas perninhas em cima do sofá e suspirando "Por quê?"), a família acaba chamando profissionais do ocultismo para tentar encontrá-la e trazê-la de volta. A partir desse momento é um treme daqui, grita dali, puxa o braço do sujeito acolá, com eventuais coisas voando em todas as direções. Nem preciso dizer que quando eles finalmente a encontram ela está numa espécie de sub-mundo com pessoas se deteriorando e se esticando e ah, meu deus, que terrível!!
Bom, o filme super vale a pena assistir. De preferência apertando a mão da sua mãe. Dentro de um círculo de sal grosso. Com um cano de ferro na outra mão. E um pentagrama no pescoço. Daí fica tudo certo. Bons sonhos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Hannibal (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Dino De Laurentiis Company/ Living Dead Guy Productions/ NBC

MEU DEUS!
Sério, que series finale foi esse? Eu chorei, arrepiei, fiquei nervosa, apaixonada e excitada com as últimas cenas. Foi uma montanha russa de emoções.
Essa foi com certeza absoluta uma das minhas séries prediletas de todos os tempos!
Eu já amava Hannibal desde que eu me lembro por gente, entre filmes e livros que sempre me agradaram, mas o Bryan Fuller conseguiu melhorar essa experiência. Assim como Pushing Daisies, que é uma das séries mais bonitas que eu já vi, Hannibal agradou os olhos até dos mais chatos e sensíveis. Cada cena, shot, roupa, background e prato de comida foi pensado nos mínimos detalhes para que essa fosse não apenas uma série comum, mas sim uma obra prima.
Eu vou sentir uma falta tremenda dos diálogos inteligentes, da linguagem corporal bem pensada, das leves insinuações com o rosto no momento certo. Tudo nessa série dava gosto.
Mads Mikkelsen fez jus à personagem tão bem interpretada e eternizada por Anthony Hopkins. E é com um aperto no coração que eu digo adeus a essa série. Tanto que, quando soube que havia sido cancelada, parei de assistir e esperei para assistir todos os últimos episódios de uma só vez, degustando-os, de forma que até Hannibal Lecter aprovaria. Foi triste, como um último encontro com o amor da sua vida, onde tudo parece mais maravilhoso, porque você sabe que não vai ter mais aquilo.
A cena final (antes dos créditos) onde Hannibal e Will finalmente matam alguém juntos foi como aquele beijo entre as duas personagens principais que você sempre fica esperando e (normalmente) demora várias temporadas para acontecer e, enquanto não acontece, você passa pelos episódios sofrendo com a tensão. Pelo menos, é o que acontece comigo. E foi isso nessa série, eu passei todos os episódios esperando o Will (Hugh Dancy) matar alguém e quando ele finalmente o faz é numa dança de coreografia onde os golpes dele são alternados com os de Hannibal. UAU! Eu morri um pouco vendo essa cena, cada golpe em câmera lenta era um suspiro no sofá. Até que finalmente acaba, o Dragão Vermelho está morto e eu sem fôlego.
É isso. Acabou. Eu me enterrei no sofá e Bryan Fuller me cobriu com o mais sedoso lençol de beleza e sangue.
Eu não vou superar essa série tão cedo, mesmo com a notícia de que a NBC vai trazer uma mini-série spinoff de Heroes (uma das minhas séries prediletas).
Até ver algo novo sobre o Hannibal, meu coração permanecerá partido.

Falling Skies (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto:  DreamWorks Television/ TNT Originals/ Invasion Productions

Então, depois de cinco temporadas extraordinárias, Falling Skies acabou.
Eu fui pega de surpresa, não estava acompanhando as notícias sobre a série, logo, não tinha idéia que estava assistindo ao último episódio até reparar na hashtag em cima do logo da TNT que dizia "series finale", nesse momento deu uma apertadinha no peito, daquelas que acontecem quando um grande amigo vai morar fora.
Enquanto o episódio passava eu ia pensando em tudo que aconteceu na série e comparando com outras séries pós-apocalíticas, que não tem a mesma quantidade de ação. Algo que me agrada e muito.
Mas também devo admitir que fiquei aliviada de ver que eles finalmente - depois de só se darem mal - conseguiram derrotar os espheni e retomar o planeta.
O episódio também foi corrido e me deu a impressão de que até a primeira metade poderia perfeitamente ser apenas mais um season finale, sendo que tudo poderia dar errado e eles continuariam lutando na próxima temporada. Por bem ou por mal, tudo dá certo, graças ao dispositivo biotec que a ex-mulher de Tom/ Dornia entrega a ele. Esse dispositivo mata a rainha e, com ela, todos os overlords, skitters e tudo que tinha DNA espheni. Infelizmente, após declarar que está grávida de novo, Anne (Moon Bloodgood) acaba morrendo também, mas Tom (Noah Wyle) pede ajuda à Dornia, que a traz de volta à vida. 
É formada uma nova "nação" que inclui todos os sobreviventes das antigas nações do mundo e liderada por nada mais nada menos do que Tom Mason. De quebra, a série termina com a lição de que, se não fosse a invasão alienígena, os seres humanos não teriam ficado tão unidos e não conseguiriam derrotar os spheni.
Achei um final bem legal, que deixou um gostinho de nostalgia já.
Vou sentir falta das loucuras alienígenas do Spielberg na tv.

Beauty and the Beast

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Take 5 Productions/ Whizbang Films/ CBS 

O season finale que ficou com cara de series finale e me deixou um pouco confusa.
Pela primeira vez Beauty and the Beast terminou com tudo arrumado. Nada de terminar no meio de uma briga ou conversa ou com alguém voando para longe e você com aquela cara de bolinha sem entender porr* nenhuma do que tava acontecendo.
Ela terminou com tudo que uma series finale tem direito. A Cat (Kristin Kreuk) e o Vincent (Jay Ryan) finalmente conseguem virar o jogo, encontrar e matar o Liam (Jason Gedrick) - diga-se de passagem a maior ameaça que eles tiveram até agora, depois do pai da Cat, que era só bem relacionado. Eles resolvem todos os problemas da temporada, os federais acreditam neles e eles casam na última cena.
Daí começou a dar nó na minha cabeça, porque o episódio pareceu super corrido, ao contrário do ritmo mais específico da série. Eles acabaram casando do nada, na lage do prédio da Cat, só com a Heather, o JT e a Tess de convidados, algo que o Vincent não queria desde o começo, por não ser romântico. Mas ok, ignorei isso.
O que realmente ficou meio estranho foi o fato de que a segunda temporada parou no meio, sem explicações e acabou terminando mais tarde do que deveria, o que fez com que a programação das próximas temporadas ficassem desatualizadas, ou seja, a quarta temporada está confirmada e marcada para estrear ainda esse ano. Então, ao contrário das aparências esse foi realmente apenas o season finale.
Tirando as estranhezas, o final não deixou a desejar. Admito que achei muito fofo eles casarem (finalmente!) e ninguém se machucar no meio do caminho.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Eragon

Leia Antes!
Foto: Fox

Quem foi que me falou para eu não assistir esse filme? E, mais importante, por que eu acreditei durante tanto tempo??
Tenho que admitir que o filme, como pacote, não é isso tudo, mas ele é muito legal!
Eragon (Ed Speleers) é um adolescente que vive numa fazenda, parte do reino do tirano Galbatorix (John Fucking Malkovich), o último dragon-rider que existe - visto que ele matou todos os outros e seus dragões.
O rapaz acha um ovo de dragão, sem saber direito que era um ovo ou o que é um dragão e acaba virando um dragon-rider (desculpe, eu não sei como traduzir isso de um jeito decente).
Resumindo, Eragon tem o dever de salvar o reino e a princesa (interpretada pela lindíssima Sienna Guillory - a Jill de Resident Evil: Apocalypse).
O elenco ainda conta com a presença de Jeremy Irons, como o treinador de Eragon, Brom, Robert Carlyle, como o braço direito de Galbatorix, Durza, Garrett Hedlund, como o amigo de Eragon, Murtagh, Christopher Egan, como o primo de Eragon, Roran, Djimon Hounsou, como o líder da resistência Ajihad, e Rachel Weiss, como a voz da dragão Saphira.

Vacation e European Vacation


Como demorou para eu assistir esses clássicos da sessão da tarde!
Bom finalmente eu posso comentar que os filmes são loucos, mas são muito bons.

Vacation

Foto: Warner Bros.

É a estória da família Griswold, que resolve viajar de carro até a Califórnia, para ir ao parque de diversões Walley World. Eles vão passando por várias cidades e vendo várias coisas inúteis/ interessantes, enquanto tudo que você puder imaginar de errado vai acontecendo, desde perder a bagagem, passando por ir parar no meio do deserto com os pneus do carro furados, até ter um momento Dia de Fúria e ameaçar o segurança do parque com uma arma.
O filme é de 1983, então deve-se levar em conta a falta de recursos que eles tem a disposição no filme e também o tipo de humor pastelão da época (que eu particularmente adoro).

European Vacation

Foto: Warner Bros.

Após ganhar um jogo de perguntas e respostas na televisão, a família Griswold vai para a Europa. Fazendo um tour por vários países, de carro, eles se metem em enrascadas diferentes, porém igualmente engraçadas.
Vale apontar que eu gostei muito mais das crianças do primeiro filme, atuavam melhor e a menina do segundo é muito chata.

The SpongeBob Movie: Sponge Out of Water

Leia Antes!
Foto:  Paramount Animation/ Nickelodeon Movies

Esse é o tipo de filme que exemplifica a minha teoria de que todo ator bom tem que fazer filmes ruins para pagar as contas. Tudo bem que o Antonio Banderas exagerou nessa, mas ele é o Antonio Banderas, então a gente perdoa.
O filme é pobre de estória, como se era de esperar de um filme infantil. Mas o maior problema é que o filme é ainda mais besta do que o desenho (e mais absurdamente alucinógeno também) o que não o faz exatamente ser feito para crianças. Quer dizer, na minha época os programas infantis tinham um motivo, ou eram educativos, ou tinham algum tipo de lição de moral que você tirava no fim de cada episódio. Hoje em dia, infelizmente, os programas infantis são aparentemente feitos por pessoas com problemas mentais para pessoas com problemas mentais (não os comprovados diagnosticamente, mas os que são só idiotas mesmo).
Bom, a estória gira em torno do fato que a receita do hambúrguer de siri desapareceu enquanto o Plancton tentava roubá-lo. Ele e o Bob Esponja são incriminados e a cidade da Fenda do Biquíni vira o cenário do Mad Max (não, isso não é uma brincadeira). Na tentativa de desccbrir onde a fórmula do hambúrguer foi parar, Bob e sua turma vão parar na superfície (como se as coisas não estivessem loucas o suficiente). Daí passa de animação em 2D para CG com realidade.
O CG 'tá muito bem feito e a música de quando o Bob Esponja está viajando pelo tempo (sim, isso acontece) é legal também, mas é só.

The Sitter

Foto: Twentieth Century Fox/ Michael De Luca Productions

O filme é clássico de sessão da tarde, mas eu diria que vale a pena.
O Jonah Hill faz o papel de Noah Griffith, um jovem adulto que parou a faculdade e mora de favor com a mãe, não trabalha e passa praticamente o dia inteiro fazendo nada. Para ajudar a mãe, que vai a uma festa, ele fica de babá de três crianças e tudo que pode acontecer de errado e absurdo acontece.
A estória não é lá essas coisas, mas vale para algumas boas risadas. Fora o fato de ter uma ou outra cena fofa dele com as crianças, já que ele é o único que presta atenção nelas.
Para quem não está fazendo nada em casa, são 1h20min bem gastas.
O filme ainda conta com a presença de Sam Rockwell, como um traficante muito louco, e  Kylie Bunbury, a Eva de Under The Dome.

domingo, 16 de agosto de 2015

Mad Max: Fury Road

Leia Antes!
Foto: Warner Bros./ Village Roadshow Pictures

Ok, antes de mais nada, esse texto provavelmente tem spoilers, portanto se você ainda não assistiu esse filme, não assista não leia.
Segunda coisa, eu não gosto dos Mad Max's antigos (me julguem!). Estão avisados.

Para começar, eu não gostei do filme (me julguem!), mas juro que estava esperando algo muito bom desse, por conta do trailer. Infelizmente como todos os outros da seqüência, ele simplesmente não tem estória. E como o segundo e o terceiro, tudo que acontece pode ser resumido em:
- O Max tinha umas coisinhas lá (veículo incluso).
- Vem alguém e rouba as coisinhas dele.
- Ele fica puto da vida.
- Ele vai parar numa cidade bizarra no meio do deserto.
- Ele se fode de alguma maneira.
- Ele escapa e resolve pegar as coisinhas dele de volta.
- Ele resolve ajudar alguém no meio do caminho.
- O Max salva a galerinha (eventualmente alguém morre no meio do caminho, mas quem liga?)
- Ele não consegue as coisinhas dele de volta e termina o filme sozinho no deserto e sem veículo.
Será que alguém pode me explicar, por que esses filmes são bons? Porque aparentemente existe alguma coisa que eu não estou entendendo.
O filme conta uma estória besta, sem pé nem cabeça, que mais parece que você sentou para assistir algum episódio de alguma série que já 'tá lá pela terceira temporada e você não tem muita noção do que aconteceu antes ou de quem são as pessoas que estão aparecendo ali.
A atuação não é lá essas coisas, ou talvez seja de propósito, realmente eu não consigo distinguir. Mas, por favor, o que é aquele cara grandão bobão que fica falando como um homem da caverna e cujo o nome é Rictus Erectus (não, não é zoeira, ou talvez seja...mas não da minha parte)?
Outra pergunta muito importante é, por que o Tom Hardy ficou falando que nem o Bane? Ninguém explicou pra ele que eles estavam filmando outro filme já?
Algo que também me deixou encafifada foi aquela galerinha branca que nem leite. VOCÊS TÃO NO MEIO DO FUDENDO DESERTO, NINGUÉM É BRANCO ASSIM NO MEIO DO DESERTO!! Caracas, bicho, olha os egípcios, por favor!
E mais, qual é a do zum zum zum todo em cima da Imperatriz Furiosa?
É por que ela é quase careca? Por que a Sinéad O'Connor fez isso faz tempo.
É por que ela tem um braço de metal? O Winter Soldier fez primeiro.
É por que ela bate nos caras? A Xena fez primeiro.
É por que ela dirige feito um animal (no bom sentido)? Hello! Letty Ortiz, prazer!
É por que ela salva umas minazinha do harém do velho estranho? Tá, isso eu não lembro de ter visto antes.
Mas sério, por quê?? Ela é uma moça legal e tudo mais, mas o povo andou fazendo alarde demais para uma personagem assim tão copia-e-cola. Ela é forte, mas meio iludida. Assim, não leva a mal, mas quem espera voltar pra cidade natal depois de vinte anos e nada ter mudado? O MUNDO VIROU UM DESERTO, QUERIDA! Shit happens!
Já sobre os carros, eu quase posso elencar tudo de errado, ao invés disso eu vou me focar numa única coisa: Como alguém dirige com uma porra dum idiota tocando guitarra com cem mil amplificadores na frente do carro/ caminhão/ van/ ou seja lá que merda era aquela? Aliás, qual o propósito daquele cidadão? Gente, foca na praticidade, vocês estão caçando pessoas num deserto e não indo festejar o Burning Man!
E só para não dizer que tudo está perdido, eu achei as roupas bem legais.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Minority Report (a série)

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Foto: Fox/ Paramount

A série é um spinoff do filme de mesmo nome, continuando a estória dez anos depois.
A Precrime foi fechada e os Pre-cogs foram mandados para uma casa no interior, para viverem em paz, porém Dash (Stark Sands), um dos gêmeos, não se conforma e, após o desaparecimento de seu irmão, resolve voltar para a cidade e tentar salvar as pessoas com as quais tem as premonições.
Ele acaba conhecendo a detetive Lara Vega (Meagan Good), que descobre quem ele é e o ajuda a se reiterar na sociedade, enquanto ele a ajuda a parar os crimes que ainda não aconteceram.
A série mostra também que todos os futuros criminosos que haviam sido capturados pela Precrime foram libertados e, em sua maioria, permanecem numa instituição para doentes mentais, visto que a câmara onde ficavam trouxe danos cerebrais aos ex-prisioneiros.
E conta também um pouco sobre a estória dos Pre-cogs e como eles conseguiram seu dom de premonição.
O elenco conta ainda com Wilmer Valderrama (o Fez do That '70s Show), como Will Blake, superior de Vega e Li Jun Li, como Akeela, técnica de de computação que ajuda Vega.

Lucifer

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Foto: DC Entertainment/ Jerry Bruckheimer Television/ Warner Bros. Television

Saiu o piloto de Lucifer. Apesar da série estar originalmente programada para estrear apenas em 2016, o piloto vazou foi liberado mais cedo, sendo que agora no IMDB consta como estréia da série dia 9 de agosto de 2015 (quando foi liberado o episódio).
Eu achei, sinceramente, sensacional. Apesar de parecer que eu gosto de qualquer coisa, esse definitivamente não foi o caso. Eu adoro quando a cinematografia faz uma personalidade má parecer não assim tão ruim (Personagens fictícias, ok? Ninguém aqui ia gostar de ver o Hitler bonzinho). E foi isso que eles fizeram aqui.
A estória é baseada na comic book da Vertigo/ DC, mas como eu nunca li, só posso analisar do ponto de vista da série.
Eles transformaram o Lucifer (Tom Ellis) em só um cara normal, egoísta e de saco cheio de fazer seu trabalho enfadonho de torturar almas por toda a eternidade, ao invés disso, ele prefere subir à Terra e abrir uma balada chamada Lux (de luxúria). O quão máximo é isso?
De quebra, ele conhece a detetive Chloe Dancer (Lauren German) e a ajuda a desvendar a morte de uma de suas protegidas, usando seus "poderes de persuasão".
O piloto tem um ritmo bom, com piadas ácidas e humor impecável. E eu mal posso esperar pelo resto da série.
*torcendo para não ser cancelada, que nem Constantine*

Stitchers

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Foto: ABC Family

Outra série cuja primeira temporada acabou de acabar e que promete bastante é Stitchers.
Kirsten (Emma Ishta) é uma garota estranha que possui uma doença chamada displasia temporal, fazendo com que ela não tenha noção do tempo passando, sendo que algo que aconteceu vinte anos atrás está tão fresco em sua memória como algo que aconteceu vinte minutos atrás. Por conta dessa doença, Kirsten tem dificuldade de sentir emoções e é chamada para fazer parte do programa secreto do governo chamado Stitching (do verbo costurar). O programa consiste em entrar nas memórias de uma pessoa recém-falecida para tentar descobrir o porquê de sua morte e/ou tentar evitar mais mortes.
A estória mistura drama, comédia - Camille (Allison Scagliotti) é uma das melhores sidekicks dos últimos tempos - suspense e muita ficção científica e o resultado é extremamente satisfatório.

Humans

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Foto: AMC

Já que eu estou na pegada que séries sobre ficção científica, resolvi falar um pouco sobre Humans. A série terminou a primeira temporada há pouco tempo, mas infelizmente ainda não tem a próxima temporada confirmada.
A estória se passa num tempo presente paralelo ao nosso, onde os robôs foram aperfeiçoados até ficarem extremamente similares a seres humanos. Eles viraram os brinquedos de última geração, tomando os empregos de baixo escalão, como empregados domésticos, cuidadores, lixeiros e prostitutas.
A estória principal gira em torno de Anita (a lindíssima Gemma Chan), que descobrimos mais tarde que na verdade se chama Mia, uma droid (ou synth, como eles chamam na série), que teve seu programa original suprimido pelo programa de synth doméstico. Ela, assim como seus irmãos, são um tipo avançado de synth, que consegue ter sentimentos bons e ruins, se assemelhando ao um ser humano normal.
Ao decorrer da série, explica melhor a estória de Mia, como ela foi parar na família para quem trabalha e o que aconteceu com sua família. Para evitar spoilers, eu não vou contar nada demais.
É um drama, focando nas interações dos humanos com os synth comuns e com os evoluídos, o que me fez pensar bastante que eu não conseguiria tratar algo que é igual a um humano como uma coisa. E o legal da série é justamente mostrar esses dois lados, dos humanos e dos synth.

Killjoys

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Foto: Temple Street Productions/ Space/ SyFy

A série foca no relacionamento da equipe de Killjoys a bordo de sua nave e suas missões interplanetárias. Killjoys são caçadores de recompensa licenciados que fazem parte da RAC (ou CAR, em português) e devem cumprir missões de localizar e apreender (ou matar) pessoas ou entregar cargas através do espaço.
Se passa praticamente no sistema planetário quadrangular (composto por um planeta e três luas habitadas) e gira em torno da equipe composta por Dutch (Hannah John-Kamen), a líder da equipe, assassina treinada e com um passado perturbado, Johnny (Aaron Ashmore - e apesar do que até eu achava, ele não é o Iceman do X-Men, é o irmão gêmeo dele), viciado em tecnologia e arrumar coisas e situações, que entrou pra tripulação após tentar roubar a nave, e D'avin (Luke Macfarlane), o irmão mais velho de Johnny, ex-militar, que se junta a equipe após sumir durante oito anos e ser encontrado através de um mandado de execução.
A série é bem interessante, mantendo o clima relativamente light com uma ou outra piada esporádica, ainda que as partes dramáticas possam ser consideradas pesadas às vezes.

Dark Matter

Leia Antes!
Foto: Prodigy Pictures/ SyFy

A série conta a estória de uma espaço nave cargueira, com uma tripulação de seis pessoas e uma android que acorda com amnésia. Sem saber quem são, de onde vieram ou o que estão fazendo ali, eles vão ter que se unir para desvendar esses mistérios.
Como exímia fã do canal SyFy, eu me empolguei bastante com essa série quando ela estava para estrear, porém só agora que consegui pegar os episódios para assistir e não decepcionou.
É pura ficção científica no melhor estilo, com naves e armas do futuro (ou talvez de outra dimensão, ou talvez de outro universo - na verdade, ainda não deu para ter certeza). As personagens estão bem diversificadas em termos de personalidade, o que adiciona comédia e puxa o interesse do telespectador, visto que as interações entre os membros da equipe são bem interessantes.
A série está no episódio 9 e amanhã (sexta) sai o 10, é uma série completa, com ação, comédia, drama e romance, tudo na medida certa e não se aprofundou, por enquanto, em assuntos mais científicos, o que a torna fácil de ser acompanhada por qualquer um.
O elenco conta com Roger R. Cross (que está protagonizando Reggie Fitzwilliam em The Strain), Zoie Palmer (a Dr. Lauren Lewis de Lost Girl) e Jodelle Ferland (que fez praticamente todas as garotinhas assustadoras dos últimos filmes de terror que você assistiu - inclusive os ruins).

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

The Trip (o filme)

Leia Antes!
Foto: BBC Worldwide

Originalmente é uma série, que foi editada e virou filme, ganhando o Toronto International Film Festival.
Estrelando Steve Coogan (Philomena) e Rob Brydon (Lock, Stock and Two Smoking Barrels) como, bem...eles mesmos.
O filme segue a viagem dos dois durante cinco dias pelo norte da Inglaterra, onde eles se hospedam nas pousadas mais charmosas, com uma paisagem espetacular e comem em restaurantes renomados.
A paisagem é de tirar o fôlego, com direito a comentários alternados sobre ela. A comida dá água na boca, com pratos lindos e diferentes. O humor é o típico britânico, ligeiramente mau-humorado, ácido e inteligente. Existem citações de atores e filmes famosos e clássicos a todo momento. E os dois tem uma relação de amor e ódio que só pode ser tratada como simbiótica.
Se tudo isso não te fez ter vontade de ver esse filme, então não há nada que eu possa fazer você.

Pitch Perfect 2

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Foto: Universal Pictures/ Gold Circle Films

Quando você achava que não dava para melhorar...
Essa não é a típica sequência que faz o primeiro filme parecer maravilhoso, ainda que este não seja. Essa é a sequência que, caso você assista primeiro, te dá vontade de assistir o filme que a deu origem.
Pra variar, a trilha sonora está sensacional, com direito até a Whitney Houston. Como não é o típico musical, onde todo mundo começa a dançar o tempo todo aparentemente sem motivo, mas sim tem um motivo praquela música tocar e ser cantada naquele momento, acho que agrada mais gente do que o costumeiro público de musicais.
Dessa vez as meninas do Barden Bellas vão concorrer no mundial de a capellas. A última chance que têm de conseguir continuar com o grupo, depois do vexame que fizeram numa apresentação ao presidente dos EUA. Apesar de serem as campeãs nacionais pelo terceiro ano consecutivo, enfrentam o fato de nunca uma equipe americana ter ganhado o circuito internacional.
As piadas estão fora de série, ênfase na dupla John e Gail, interpretada por John Michael Higgins (Yes Man, The Ugly Truth, Fun With Dick and Jane) e Elizabeth Banks (Walk of Shame, Hunger Games, Zack and Miri Make a Porno), que são os mesmos comentaristas do primeiro e são tão idiotas que não tem como você não dar risada.
A Anna Kendrick (The Last Five Years, Into The Woods, Up In The Air) está, como sempre, afiadíssima nas piadas e caretas. Rebel Wilson (Super Fun Night, Bachelorette) continua fazendo qualquer pessoa acima do peso ter muito orgulho de dizer que é gordo. E entra a (não tão) novata Hailee Steinfeld (True Grit, Ender's Game), que recebeu indicação ao Oscar 2011 como melhor atriz coadjuvante, com apenas 15 anos.
E claro, não pode faltar a menção honrosa: Pentatonix faz uma pontinha no filme! (Se você não conhece eles, shame on you pára de enrolar e clica aqui)
Eu cantei as músicas junto e me arrepiei com a última música das meninas. Se você gosta de música boa e dar risada feito um idiota, não pode perder essa sequência.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

The Disappearance of Eleanor Rigby

Foto: Division Films/ Dreambridge Films/ Myriad Pictures/ Unison Films

Eu resolvi chamar de "The Disappearance of Eleanor Rigby - A Experiência", já que não é um único filme, mas três filmes diferentes, The Disappearance of Eleanor Rigby: Him, The Disappearance of Eleanor Rigby: Her e The Disappearance of Eleanor Rigby: Them. Ou seja, a mesma estória contada sob três óticas diferentes.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Him
Conta a estória de Conor Ludlow (James McAvoy - o novo Charles Xavier), que está tentando reatar com sua esposa, Eleanor Rigby (Jessica Chastain - não, não é a Bryce Dallas, mas ela também fez The Help), após o casal perder o filho. Conta a estória inteira sob a visão dele, só mostrando ela quando eles estão juntos ou quando ele a vê.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Her
Conta a estória de Eleanor Rigby, que resolve dar um tempo com seu marido, Conor Ludlow , após o casal perder o filho. Conta a estória inteira sob a visão dela, só mostrando ele quando eles estão juntos ou quando ela o vê.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Them
Conta a estória como realmente aconteceu, alternando do que está acontecendo com um e com outro enquanto estão separados. É um filme normal.

O interessante mesmo é que nos dois primeiros filmes todas as cenas em que o casal está junto são diferentes, apesar de extremamente similares. Os detalhes mudam, como a roupa que estão usando, a reação que têm e até mesmo o modo como falam uma frase. Isso, no começo, me deixou um pouco confusa (cheguei até a xingar o continuista), mas depois você acaba entendendo que é como cada um vê aquela situação, nos mínimos detalhes. Começa a reparar, por exemplo, que a reação do Conor quando fala com a Eleanor é muito diferente na visão dela e na dele. Bom, achei essa idéia sensacional, apesar de saber que é impossível de se fazer com todos os filmes, afinal de contas, juntando os três, são mais de 5 horas de filme.
O filme é um drama, mas, apesar das circunstâncias, não é muito pesado. Ele foca em como cada um lida com a situação e como eles fazem para se reerguer.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Blood and Ice Cream Trilogy

OU
A Estória de Como Eu Me Apaixonei Pelo Simon Pegg

*esse texto contém spoilers*

Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions

Há pouco mais de dez anos atrás eu assisti um filme (completamente underrated, por sinal) chamado Shaun of The Dead. O filme conta a estória muito louca de Shaun, um rapaz que aparentemente não faz nada direito, com um trabalho de segunda categoria, dividindo aluguel com dois amigos, um deles, Ed, interpretado pelo também hilário e apaixonante Nick Frost. Shaun acabou de tomar um pé na bunda de sua namorada, Liz, e está afogando as mágoas com Ed quando o mundo é dominado por zumbis.
O filme consegue misturar comédia, ação e sangue, em um ritmo que eu nunca vi.
A sequência de músicas é extremamente inteligente, sem contar que no repertório está nada mais, nada menos do que Queen (é um filme britânico, pela rainha!). E eu aviso, depois desse filme, você nunca mais vai ouvir "Don't Stop Me Now" da mesma forma e isso é genial!
De quebra, o padrasto do Shaun é interpretado pelo maravilhoso Bill Nighy (se você não sabe quem ele é, nem deveria estar aqui, sinceramente). E o Martin Freeman (BILBO!) faz uma pontinha adorável de uma fala bem curta.

Foto: Universal Studios

Alguns anos depois, alugaram em casa um filme chamado Hot Fuzz. Eu, em toda a minha inocência, fui assistir sem ter a menor noção de onde estava me enfiando.
Esse foi o passo dois de me apaixonar pelo Simon Pegg.
No elenco estão novamente Simon, Nick e Bill (que aparece bem rápido), assim como Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine (The Bourne Ultimatum) e Timothy Dalton (Bond, James Bond).
O filme conta a estória do policial Angel (Pegg) que, por ser bom demais e ofuscar o desempenho dos outros policiais, é transferido de Londres para uma cidadezinha do interior, onde praticamente não há criminalidade. Lá ele conhece Danny (Frost) e conta com a ajuda dele para resolver os desaparecimentos e as misteriosas mortes, dadas todas como acidentais, da cidade.
Outra vez, misturando ação com um humor negro e ácido de um jeito que só os britânicos conseguem.

Foto: Universal Studios/ Focus Features

Então, finalmente, já apaixonada, em 2013, a trilogia se completa com The World's End. Um dos filmes mais viajados que eu já tive a oportunidade de assistir.
No elenco estão as figurinhas repetidas Simon Pegg, Nick Frost, Bill Nighy, Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine e ainda, Rosamund Pike (Doom, Wrath of the Titans, Gone Girl), Pierce Brosman (eles realmente gostam de James Bond) e David Bradley (Harry Potter, The Strain).
O filme conta a estória de cinco amigos que se encontram depois de vinte anos e resolvem, liderados por Gary (Pegg), voltar a sua cidade natal e completar a Golden Mile, ou seja, tomar um pint em cada um dos 12 pubs da cidade. No meio do caminho, porém, eles começam a perceber que os pubs não são os mesmos e as pessoas da cidade estão agindo de forma estranha, até que começam a suspeitar que aqueles não são os moradores originais da cidade.
O filme é de chorar de dar risada. Com cenas absurdas e inteligentes, mais uma vez misturando comédia ácida com ação de uma forma especial.

Os três filmes tem elementos parecidos. Como a cena que ajudou a dar o nome da trilogia, onde a personagem do Nick Frost é viciada em Cornetto no primeiro e no segundo filme e no terceiro apenas olha a embalagem através de um aramado.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Há também a famosa cena da personagem do Simon Pegg pulando a cerca, presente nos três filmes.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Todos os filmes são dirigidos por Edgar Wright e escritos em colaboração dele com Simon Pegg. E se, depois de assistí-los, você ainda não tiver se apaixonado, você não tem coração.

A fase 2.5 da concretização da minha paixão pelo Simon, ocorreu entre Hot Fuzz e The World's End, com os filmes How to Loose Friends and Alienate People, de 2008, e Paul, de 2011. Os dois filmes são americanos, e dirigidos por pessoas diferentes, por isso não entram na trilogia, sem contar que eles não tem o Nick Frost no elenco e o Simon precisa do Nick pra ser épico, se não ele é só sensacional.

Cuban Fury

Foto: Studio Canal

Se você gosta de comédias inteligentes e de música latina, esse é o seu filme!
Com o adorável e hilário Nick Frost (Hot Fuzz, Shaun of the Dead, Paul, The World's End) no papel de Bruce Garrett, um homem que quando era menino amava salsa e dançava em competições pela Inglaterra, mas desistiu de seu sonho por conta do bullying que sofreu. Bruce se "apaixona" por sua nova chefe, Julia (Rashida Jones - The Office US, Parks and Recreation), o que o faz querer relembrar e voltar a dançar salsa.
A idéia da estória é do próprio Nick Frost, que além de ator é também produtor e escritor (e, bicho, como o cara é bom!), e não só é quase absurda como extremamente divertida. Sem contar que nos ajuda a lembrar de sempre sermos nós mesmos, não importa as peças que a vida nos prega.
De quebra também estão no elenco o rival de Bruce, Chris O'Dowd (Gulliver's Travels, Friends With Kids, ou aquele cara com quem a Jane Foster sai no começo de Thor - The Dark World), como Drew e o professor de salsa, Ian McShane (o barba negra de Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas), como Ron Parfitt.
O filme vale super a pena, apesar de underrated, como a maioria das comédias britânicas. E se você, como eu, é fã do Simon Pegg, calma, ele faz uma pontinha rápida.