Mostrando postagens com marcador ficção científica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ficção científica. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Tomorrowland

Foto: Walt Disney Pictures

- Hugh Laurie
- Ficção científica
- George Clooney
- Paris
- Disney
- Coisas futurísticas
- Jules Verne
- Nikola Tesla
- Pessoas inteligentes em geral
- Robôs!

Pronto, se você não gosta de nenhuma dessas coisas, então não assista esse filme, você irá odiá-lo! Do contrário, corre e assiste agora!!
Esse filme me trouxe tantos sentimentos bons, entre passado, presente e futuro.
Para começar quando eu fui no brinquedo "Tomorrowland" da Disney eu tinha quatro anos e é uma das poucas coisas que eu lembro. Primeiro porque eu realmente acreditei que o que eu estava vendo era um futuro possível, então super me identifiquei com a personagem principal do filme. Depois que eu fiquei maravilhada com aquilo. O fato de ser uma possibilidade nem passava pela minha cabeça, eu tinha CERTEZA de que o futuro seria daquele jeito, de que teríamos coisas tecnológicas para nos ajudar no dia-a-dia. Não estava completamente errada.
Em segundo lugar, como boa fã de ficção científica e de tecnologia, eu era quase que obrigada a pirar com esse filme. Cada invenção, cada cena, cada detalhe, me fez dar gritinhos empolgados. Quando aparece a primeira menção ao Tesla eu quase gritei. E quando eles falam de livros que contavam sobre futuros distópicos e coisa incríveis, na hora me veio Verne na cabeça e mais pra frente no filme ELES REALMENTE FALAM DO VERNE!!
A nerd em mim só faltou soltar fogos vendo esse filme (obrigada Walt!). Aliás, aparece uma nave totalmente steampunk que se você não gostar, você não merece viver!

Bom, vamos lá! A estória do filme gira em torno de Casey Newton (Britt Robertson - a Angie de Under the Dome!!), uma garota gênio, extremamente esperançosa que está tentando impedir uma base de lançamento da Nasa de ser demolida quando é presa. Ao sair da cadeia e pegar seus pertences, Casey nota um boton (*chills*) entre suas coisas, que não lhe pertence, é o boton de Tomorrowland. Quando ela o toca tem um vislumbre do que é Tomorrowland.
Eventualmente, Casey encontra com Frank Walker (George Clooney), um inventor amargo com a vida e sem esperança de que as coisas possam mudar. Frank já esteve em Tomorrowland e aprendeu que lá é para onde vão os grandes inventores para que eles possam criar sem interrupções ou distrações, ou pelo menos é para onde eles iam antes de Nix (Hugh Laurie) fechar as portas de acesso para a terra do amanhã. Casey e Frank se juntam para tentar ir para Tomorrowland mudar o futuro do mundo e contam com a ajuda de Athena (Raffey Cassidy).

Se depois disso tudo você ainda não quiser assistir esse filme, tudo que me resta é ter dó de você.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Chappie

Foto: Columbia Pictures/ Media Rights Capital/ LStar Capital

Sim, eu demorei horrores para assistir esse filme, mas finalmente foi!
Eu achei o filme genial. começando por toda a idéia de se passar na África do Sul. Sim, como todos os outros filmes do diretor Neill Blomkamp e sim, provavelmente pelo fato dele ter nascido em Joanesburgo. Mas ainda assim, tivemos um filme falando, não só sobre uma super tecnologia implantada na realidade, como também sobre inteligência artificial e ele não se passa nos Estados Unidos, só isso já merece muito crédito.

Além disso temos o fato de que eles conseguiram fazer com que o Hugh Jackman ficasse com cara de white trash e isso é muito fod*! O cara é um símbolo sexual há sei lá eu quanto tempo e o Neill o transformou não só em algo aterrorizante de mau, como também em um cara levemente nojento.

Os "vilões" do filme são humanos. E por vilões eu quero dizer os do começo do filme. Yo-Landi e Ninja, além de praticamente estarem se interpretando - para quem não sabe eles são músicos de Joanesburgo e esses são seus nomes artísticos na vida real -, também mostram não só lados ruins como lados bons. Ela trata o Chappie como um filho mesmo e ele (demora, mas) salva Deon (Dev Patel) e fica para enfrentar o Moose sozinho, mesmo sabendo que isso provavelmente iria lhe custar a sua vida.

Sem contar o fato de que o gênio do filme é um garoto indiano magrinho de tudo que até pouco tempo atrás estava pedindo esmolas nas ruas da Índia e tentando salvar a garota que ele amava, não pera, isso foi outro filme...

O herói é um robô! E o pior de tudo é que não tem como você não se apaixonar pelo Chappie, ele é simplesmente muito fofo! Mesmo se transformando num criminoso.

Bom, uma curiosidade é que esse filme é baseado no primeiro curta (e põe curta nisso) escrito e dirigido por Blomkamp, chamado Tetra Vaal - o nome da empresa dos robôs policiais no filme. O curta é de 2004 e mostra, como se fosse um comercial da empresa, como seria se as ruas fossem patrulhadas por robôs ao invés de seres humanos. Para assistir no Youtube clique aqui.

O filme ainda conta com a presença de Sharlto Copley (como em todos os outros filmes de Blomkamp), como Chappie e Sigourney Weaver, como a diretora da Tetra Vaal.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Falling Skies (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto:  DreamWorks Television/ TNT Originals/ Invasion Productions

Então, depois de cinco temporadas extraordinárias, Falling Skies acabou.
Eu fui pega de surpresa, não estava acompanhando as notícias sobre a série, logo, não tinha idéia que estava assistindo ao último episódio até reparar na hashtag em cima do logo da TNT que dizia "series finale", nesse momento deu uma apertadinha no peito, daquelas que acontecem quando um grande amigo vai morar fora.
Enquanto o episódio passava eu ia pensando em tudo que aconteceu na série e comparando com outras séries pós-apocalíticas, que não tem a mesma quantidade de ação. Algo que me agrada e muito.
Mas também devo admitir que fiquei aliviada de ver que eles finalmente - depois de só se darem mal - conseguiram derrotar os espheni e retomar o planeta.
O episódio também foi corrido e me deu a impressão de que até a primeira metade poderia perfeitamente ser apenas mais um season finale, sendo que tudo poderia dar errado e eles continuariam lutando na próxima temporada. Por bem ou por mal, tudo dá certo, graças ao dispositivo biotec que a ex-mulher de Tom/ Dornia entrega a ele. Esse dispositivo mata a rainha e, com ela, todos os overlords, skitters e tudo que tinha DNA espheni. Infelizmente, após declarar que está grávida de novo, Anne (Moon Bloodgood) acaba morrendo também, mas Tom (Noah Wyle) pede ajuda à Dornia, que a traz de volta à vida. 
É formada uma nova "nação" que inclui todos os sobreviventes das antigas nações do mundo e liderada por nada mais nada menos do que Tom Mason. De quebra, a série termina com a lição de que, se não fosse a invasão alienígena, os seres humanos não teriam ficado tão unidos e não conseguiriam derrotar os spheni.
Achei um final bem legal, que deixou um gostinho de nostalgia já.
Vou sentir falta das loucuras alienígenas do Spielberg na tv.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Minority Report (a série)

Leia Antes!
Foto: Fox/ Paramount

A série é um spinoff do filme de mesmo nome, continuando a estória dez anos depois.
A Precrime foi fechada e os Pre-cogs foram mandados para uma casa no interior, para viverem em paz, porém Dash (Stark Sands), um dos gêmeos, não se conforma e, após o desaparecimento de seu irmão, resolve voltar para a cidade e tentar salvar as pessoas com as quais tem as premonições.
Ele acaba conhecendo a detetive Lara Vega (Meagan Good), que descobre quem ele é e o ajuda a se reiterar na sociedade, enquanto ele a ajuda a parar os crimes que ainda não aconteceram.
A série mostra também que todos os futuros criminosos que haviam sido capturados pela Precrime foram libertados e, em sua maioria, permanecem numa instituição para doentes mentais, visto que a câmara onde ficavam trouxe danos cerebrais aos ex-prisioneiros.
E conta também um pouco sobre a estória dos Pre-cogs e como eles conseguiram seu dom de premonição.
O elenco conta ainda com Wilmer Valderrama (o Fez do That '70s Show), como Will Blake, superior de Vega e Li Jun Li, como Akeela, técnica de de computação que ajuda Vega.

Stitchers

Leia Antes!
Foto: ABC Family

Outra série cuja primeira temporada acabou de acabar e que promete bastante é Stitchers.
Kirsten (Emma Ishta) é uma garota estranha que possui uma doença chamada displasia temporal, fazendo com que ela não tenha noção do tempo passando, sendo que algo que aconteceu vinte anos atrás está tão fresco em sua memória como algo que aconteceu vinte minutos atrás. Por conta dessa doença, Kirsten tem dificuldade de sentir emoções e é chamada para fazer parte do programa secreto do governo chamado Stitching (do verbo costurar). O programa consiste em entrar nas memórias de uma pessoa recém-falecida para tentar descobrir o porquê de sua morte e/ou tentar evitar mais mortes.
A estória mistura drama, comédia - Camille (Allison Scagliotti) é uma das melhores sidekicks dos últimos tempos - suspense e muita ficção científica e o resultado é extremamente satisfatório.

Humans

Leia Antes!
Foto: AMC

Já que eu estou na pegada que séries sobre ficção científica, resolvi falar um pouco sobre Humans. A série terminou a primeira temporada há pouco tempo, mas infelizmente ainda não tem a próxima temporada confirmada.
A estória se passa num tempo presente paralelo ao nosso, onde os robôs foram aperfeiçoados até ficarem extremamente similares a seres humanos. Eles viraram os brinquedos de última geração, tomando os empregos de baixo escalão, como empregados domésticos, cuidadores, lixeiros e prostitutas.
A estória principal gira em torno de Anita (a lindíssima Gemma Chan), que descobrimos mais tarde que na verdade se chama Mia, uma droid (ou synth, como eles chamam na série), que teve seu programa original suprimido pelo programa de synth doméstico. Ela, assim como seus irmãos, são um tipo avançado de synth, que consegue ter sentimentos bons e ruins, se assemelhando ao um ser humano normal.
Ao decorrer da série, explica melhor a estória de Mia, como ela foi parar na família para quem trabalha e o que aconteceu com sua família. Para evitar spoilers, eu não vou contar nada demais.
É um drama, focando nas interações dos humanos com os synth comuns e com os evoluídos, o que me fez pensar bastante que eu não conseguiria tratar algo que é igual a um humano como uma coisa. E o legal da série é justamente mostrar esses dois lados, dos humanos e dos synth.

Killjoys

Leia Antes!
Foto: Temple Street Productions/ Space/ SyFy

A série foca no relacionamento da equipe de Killjoys a bordo de sua nave e suas missões interplanetárias. Killjoys são caçadores de recompensa licenciados que fazem parte da RAC (ou CAR, em português) e devem cumprir missões de localizar e apreender (ou matar) pessoas ou entregar cargas através do espaço.
Se passa praticamente no sistema planetário quadrangular (composto por um planeta e três luas habitadas) e gira em torno da equipe composta por Dutch (Hannah John-Kamen), a líder da equipe, assassina treinada e com um passado perturbado, Johnny (Aaron Ashmore - e apesar do que até eu achava, ele não é o Iceman do X-Men, é o irmão gêmeo dele), viciado em tecnologia e arrumar coisas e situações, que entrou pra tripulação após tentar roubar a nave, e D'avin (Luke Macfarlane), o irmão mais velho de Johnny, ex-militar, que se junta a equipe após sumir durante oito anos e ser encontrado através de um mandado de execução.
A série é bem interessante, mantendo o clima relativamente light com uma ou outra piada esporádica, ainda que as partes dramáticas possam ser consideradas pesadas às vezes.

Dark Matter

Leia Antes!
Foto: Prodigy Pictures/ SyFy

A série conta a estória de uma espaço nave cargueira, com uma tripulação de seis pessoas e uma android que acorda com amnésia. Sem saber quem são, de onde vieram ou o que estão fazendo ali, eles vão ter que se unir para desvendar esses mistérios.
Como exímia fã do canal SyFy, eu me empolguei bastante com essa série quando ela estava para estrear, porém só agora que consegui pegar os episódios para assistir e não decepcionou.
É pura ficção científica no melhor estilo, com naves e armas do futuro (ou talvez de outra dimensão, ou talvez de outro universo - na verdade, ainda não deu para ter certeza). As personagens estão bem diversificadas em termos de personalidade, o que adiciona comédia e puxa o interesse do telespectador, visto que as interações entre os membros da equipe são bem interessantes.
A série está no episódio 9 e amanhã (sexta) sai o 10, é uma série completa, com ação, comédia, drama e romance, tudo na medida certa e não se aprofundou, por enquanto, em assuntos mais científicos, o que a torna fácil de ser acompanhada por qualquer um.
O elenco conta com Roger R. Cross (que está protagonizando Reggie Fitzwilliam em The Strain), Zoie Palmer (a Dr. Lauren Lewis de Lost Girl) e Jodelle Ferland (que fez praticamente todas as garotinhas assustadoras dos últimos filmes de terror que você assistiu - inclusive os ruins).