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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blindspot

Foto: Quinn's House/ Berlanti Productions/ Universal Television

Finalmente saiu o piloto de Blindspot. Alguns estavam animados com a série, outros achavam que ela não traria nada demais.
Eu, particularmente, tinha gostado muito do trailer quando o assisti e achei que o piloto fez por merecer.
Como uma fã de estórias policiais, me agrada quase qualquer tipo de série policial que apareça, seja misturada com drama, ficção científica, suspense, comédia ou fantasia, se for policial, eu to dentro (nem que seja para assistir o primeiro episódio e nunca mais ver a série).

A estória gira em torno dessa Jane Doe (Jaimie Alexander), que é encontrada dentro de uma bolsa na Time Square, sem nenhuma lembrança de seu passado e com o corpo todo recentemente tatuado, exceto por seu rosto. Ela vai parar no FBI e acaba os ajudando a resolver o mistério em volta dela mesma e de suas tatuagens, que contém pistas para evitar crimes que ainda não foram cometidos, entre outras coisas.
Entre isso tudo, a Jaimie está daquele jeito Lady Sif, meio séria meio brava que não tem como você não gostar dela. Aos 18:30 minutos de episódio eu sabia que gostava da personagem e aos 23:30 eu queria casar com ela. Todo o mistério e as intenções e personalidade da personagem dão o potencial de ser uma série fenomenal. Espero que eu esteja certa.

Chappie

Foto: Columbia Pictures/ Media Rights Capital/ LStar Capital

Sim, eu demorei horrores para assistir esse filme, mas finalmente foi!
Eu achei o filme genial. começando por toda a idéia de se passar na África do Sul. Sim, como todos os outros filmes do diretor Neill Blomkamp e sim, provavelmente pelo fato dele ter nascido em Joanesburgo. Mas ainda assim, tivemos um filme falando, não só sobre uma super tecnologia implantada na realidade, como também sobre inteligência artificial e ele não se passa nos Estados Unidos, só isso já merece muito crédito.

Além disso temos o fato de que eles conseguiram fazer com que o Hugh Jackman ficasse com cara de white trash e isso é muito fod*! O cara é um símbolo sexual há sei lá eu quanto tempo e o Neill o transformou não só em algo aterrorizante de mau, como também em um cara levemente nojento.

Os "vilões" do filme são humanos. E por vilões eu quero dizer os do começo do filme. Yo-Landi e Ninja, além de praticamente estarem se interpretando - para quem não sabe eles são músicos de Joanesburgo e esses são seus nomes artísticos na vida real -, também mostram não só lados ruins como lados bons. Ela trata o Chappie como um filho mesmo e ele (demora, mas) salva Deon (Dev Patel) e fica para enfrentar o Moose sozinho, mesmo sabendo que isso provavelmente iria lhe custar a sua vida.

Sem contar o fato de que o gênio do filme é um garoto indiano magrinho de tudo que até pouco tempo atrás estava pedindo esmolas nas ruas da Índia e tentando salvar a garota que ele amava, não pera, isso foi outro filme...

O herói é um robô! E o pior de tudo é que não tem como você não se apaixonar pelo Chappie, ele é simplesmente muito fofo! Mesmo se transformando num criminoso.

Bom, uma curiosidade é que esse filme é baseado no primeiro curta (e põe curta nisso) escrito e dirigido por Blomkamp, chamado Tetra Vaal - o nome da empresa dos robôs policiais no filme. O curta é de 2004 e mostra, como se fosse um comercial da empresa, como seria se as ruas fossem patrulhadas por robôs ao invés de seres humanos. Para assistir no Youtube clique aqui.

O filme ainda conta com a presença de Sharlto Copley (como em todos os outros filmes de Blomkamp), como Chappie e Sigourney Weaver, como a diretora da Tetra Vaal.

domingo, 20 de setembro de 2015

Limitless (a série)

Foto: CBS/ Relativity Media

O piloto vazou e MEU DEUS!
Acho que esse primeiro episódio conseguiu me deixar tão entusiasmada quanto o filme.
A estória segue a linha do tempo normalmente, sendo quatro anos após o término do filme que é de 2011. Eddie Morra, a personagem de Bradley Cooper está trabalhando no senado e faz uma aparição rápida que praticamente costura a estória da série.

Brian Sinclair (Jake McDorman) é um músico de 28 anos que trabalha como avulso durante o dia. Ele vai trabalhar numa empresa e reencontra seu amigo Eli, com o qual costumava ter uma banda, e acaba contando que seu pai está doente e ninguém consegue descobrir o que ele tem. Eli, então, resolve lhe dar uma pílula de NZT-48 sem explicar direito o que ela faz, apenas dizendo que irá ajudar. Com isso, Brian consegue descobrir o problema do pai e volta a Eli para pedir outra pílula, quando o encontra morto no chão do apartamento. O FBI entra no apartamento (sabe-se deus lá o porquê) e Brian toma outra pílula para conseguir escapar deles. Então, temos todas aquelas cenas no estilo do filme que te fazem ficar inquieto no sofá.
Eventualmente, ele recebe a ajuda de Eddie e acaba virando conselheiro do FBI, sob a guarda da agente Rebecca Harris (Jennifer Carpenter).

Se a série continuar no ritmo e na trama do piloto, vai ser algo de cair o queixo *dedos cruzados*.

Spy

Foto: Chernin Entertainment/ Feigco Entertainment/ Twentieth Century Fox

Atenção: Essa não é mais uma daquelas comédias bobas com a gordinha engraçada. Apesar de ter uma ou outra cena levemente exageradas, esse é um filme de comédia para dar várias boas risadas.

Ele conta a estória de Susan Cooper (Melissa McCarthy), uma agente da CIA, responsável por ajudar e guiar os agentes em campo.Quando seu parceiro, Bradley Fine (Jude Law), morre assassinado por Rayna Boyanov (Rose Byrne) - que diz saber os nomes de todos os agentes em campo - Coop resolve ela mesma ir atrás de Rayna, encontrá-la e descobrir seus planos.
Em meio a encontros e desencontros com o agente Rick Ford (Jason Statham), com quem ela não se bica e que pediu demissão da agência para ir atrás de Boyanov, Coop se demonstra uma ótima agente, saindo de enrascadas e ainda ajudando Ford.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Hannibal (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Dino De Laurentiis Company/ Living Dead Guy Productions/ NBC

MEU DEUS!
Sério, que series finale foi esse? Eu chorei, arrepiei, fiquei nervosa, apaixonada e excitada com as últimas cenas. Foi uma montanha russa de emoções.
Essa foi com certeza absoluta uma das minhas séries prediletas de todos os tempos!
Eu já amava Hannibal desde que eu me lembro por gente, entre filmes e livros que sempre me agradaram, mas o Bryan Fuller conseguiu melhorar essa experiência. Assim como Pushing Daisies, que é uma das séries mais bonitas que eu já vi, Hannibal agradou os olhos até dos mais chatos e sensíveis. Cada cena, shot, roupa, background e prato de comida foi pensado nos mínimos detalhes para que essa fosse não apenas uma série comum, mas sim uma obra prima.
Eu vou sentir uma falta tremenda dos diálogos inteligentes, da linguagem corporal bem pensada, das leves insinuações com o rosto no momento certo. Tudo nessa série dava gosto.
Mads Mikkelsen fez jus à personagem tão bem interpretada e eternizada por Anthony Hopkins. E é com um aperto no coração que eu digo adeus a essa série. Tanto que, quando soube que havia sido cancelada, parei de assistir e esperei para assistir todos os últimos episódios de uma só vez, degustando-os, de forma que até Hannibal Lecter aprovaria. Foi triste, como um último encontro com o amor da sua vida, onde tudo parece mais maravilhoso, porque você sabe que não vai ter mais aquilo.
A cena final (antes dos créditos) onde Hannibal e Will finalmente matam alguém juntos foi como aquele beijo entre as duas personagens principais que você sempre fica esperando e (normalmente) demora várias temporadas para acontecer e, enquanto não acontece, você passa pelos episódios sofrendo com a tensão. Pelo menos, é o que acontece comigo. E foi isso nessa série, eu passei todos os episódios esperando o Will (Hugh Dancy) matar alguém e quando ele finalmente o faz é numa dança de coreografia onde os golpes dele são alternados com os de Hannibal. UAU! Eu morri um pouco vendo essa cena, cada golpe em câmera lenta era um suspiro no sofá. Até que finalmente acaba, o Dragão Vermelho está morto e eu sem fôlego.
É isso. Acabou. Eu me enterrei no sofá e Bryan Fuller me cobriu com o mais sedoso lençol de beleza e sangue.
Eu não vou superar essa série tão cedo, mesmo com a notícia de que a NBC vai trazer uma mini-série spinoff de Heroes (uma das minhas séries prediletas).
Até ver algo novo sobre o Hannibal, meu coração permanecerá partido.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Minority Report (a série)

Leia Antes!
Foto: Fox/ Paramount

A série é um spinoff do filme de mesmo nome, continuando a estória dez anos depois.
A Precrime foi fechada e os Pre-cogs foram mandados para uma casa no interior, para viverem em paz, porém Dash (Stark Sands), um dos gêmeos, não se conforma e, após o desaparecimento de seu irmão, resolve voltar para a cidade e tentar salvar as pessoas com as quais tem as premonições.
Ele acaba conhecendo a detetive Lara Vega (Meagan Good), que descobre quem ele é e o ajuda a se reiterar na sociedade, enquanto ele a ajuda a parar os crimes que ainda não aconteceram.
A série mostra também que todos os futuros criminosos que haviam sido capturados pela Precrime foram libertados e, em sua maioria, permanecem numa instituição para doentes mentais, visto que a câmara onde ficavam trouxe danos cerebrais aos ex-prisioneiros.
E conta também um pouco sobre a estória dos Pre-cogs e como eles conseguiram seu dom de premonição.
O elenco conta ainda com Wilmer Valderrama (o Fez do That '70s Show), como Will Blake, superior de Vega e Li Jun Li, como Akeela, técnica de de computação que ajuda Vega.

sábado, 1 de agosto de 2015

Murder in the First

Foto: TNT

Acabei de assistir a primeira temporada de Murder in the First e fiquei muito feliz com a proposta. Cada temporada gira em torno de apenas um caso, acompanhando ele desde o cometimento do crime até o julgamento final do acusado ou o encarceramento.
Os atores principais são Taye Diggs (Private Practice) e Kathleen Robertson (Bates Motel), como os inspetores de polícia, English e Mulligan, respectivamente. E na primeira temporada o caso (na verdade são dois, mas a série dá mais atenção a um) gira em torno do gênio em tecnologia, Erich Blunt (interpretado por Tom Felton, sim, o Draco Malfoy de Harry Potter), que é um bilionário excêntrico e misterioso.
A série também conta com Ian Anthony Dale (The Event, Mortal Kombat a série), como o capitão de polícia Jim Koto e Raphael Sbarge (o Grilo Falante/ Psicólogo de Once Upon a Time), como o inspetor Molk.
A série se passa em San Francisco, o que já é um alívio do clássico "Los Angeles ou Nova Iorque", e é bem repleta de mistérios e revira-voltas, o que a torna interessante, ainda que contando a estória de apenas um caso por temporada.
Dá ênfase na estória pessoal das personagens principais, mas o faz de maneira rápida, sem ficar maçante. Segue o plano de uma série policial comum, com dinâmica rápida e sem ser pesada demais para o público comum.
Vou começar a segunda temporada e espero que faça valer tanto quanto a primeira.