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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Scream Queens

Leia Antes!
Foto: Brad Falchuk Teley-Vision/ Ryan Murphy Productions/ Twentieth Century Fox Television

Não que eu tivesse levado muito a sério essa série quando vi a sinopse, mas acho que não esperava tanta afetação.
Ela é uma série engraçada, não tem como negar isso, grande parte graças a sempre bitch Emma Roberts. Mas eu esperava algo um pouco menos engraçado.
A estória, no geral, me lembrou muito a de Valentine de 2001 e de Urban Legend de 1998, fora esse poster principal sendo uma clássica alusão à Scream de 1996.

A KKT ou Kappa Kappa Tau é uma república de garotas exatamente como todos os filmes de faculdade mostram e ainda pior, cheia de segredos e mortes na sua estória. Seus membros começam a ser perseguidos e assassinados por um homem vestido de diabo vermelho e as meninas vão ser obrigadas a se unir contra essa ameaça.

É uma série adolescente.

Tomorrowland

Foto: Walt Disney Pictures

- Hugh Laurie
- Ficção científica
- George Clooney
- Paris
- Disney
- Coisas futurísticas
- Jules Verne
- Nikola Tesla
- Pessoas inteligentes em geral
- Robôs!

Pronto, se você não gosta de nenhuma dessas coisas, então não assista esse filme, você irá odiá-lo! Do contrário, corre e assiste agora!!
Esse filme me trouxe tantos sentimentos bons, entre passado, presente e futuro.
Para começar quando eu fui no brinquedo "Tomorrowland" da Disney eu tinha quatro anos e é uma das poucas coisas que eu lembro. Primeiro porque eu realmente acreditei que o que eu estava vendo era um futuro possível, então super me identifiquei com a personagem principal do filme. Depois que eu fiquei maravilhada com aquilo. O fato de ser uma possibilidade nem passava pela minha cabeça, eu tinha CERTEZA de que o futuro seria daquele jeito, de que teríamos coisas tecnológicas para nos ajudar no dia-a-dia. Não estava completamente errada.
Em segundo lugar, como boa fã de ficção científica e de tecnologia, eu era quase que obrigada a pirar com esse filme. Cada invenção, cada cena, cada detalhe, me fez dar gritinhos empolgados. Quando aparece a primeira menção ao Tesla eu quase gritei. E quando eles falam de livros que contavam sobre futuros distópicos e coisa incríveis, na hora me veio Verne na cabeça e mais pra frente no filme ELES REALMENTE FALAM DO VERNE!!
A nerd em mim só faltou soltar fogos vendo esse filme (obrigada Walt!). Aliás, aparece uma nave totalmente steampunk que se você não gostar, você não merece viver!

Bom, vamos lá! A estória do filme gira em torno de Casey Newton (Britt Robertson - a Angie de Under the Dome!!), uma garota gênio, extremamente esperançosa que está tentando impedir uma base de lançamento da Nasa de ser demolida quando é presa. Ao sair da cadeia e pegar seus pertences, Casey nota um boton (*chills*) entre suas coisas, que não lhe pertence, é o boton de Tomorrowland. Quando ela o toca tem um vislumbre do que é Tomorrowland.
Eventualmente, Casey encontra com Frank Walker (George Clooney), um inventor amargo com a vida e sem esperança de que as coisas possam mudar. Frank já esteve em Tomorrowland e aprendeu que lá é para onde vão os grandes inventores para que eles possam criar sem interrupções ou distrações, ou pelo menos é para onde eles iam antes de Nix (Hugh Laurie) fechar as portas de acesso para a terra do amanhã. Casey e Frank se juntam para tentar ir para Tomorrowland mudar o futuro do mundo e contam com a ajuda de Athena (Raffey Cassidy).

Se depois disso tudo você ainda não quiser assistir esse filme, tudo que me resta é ter dó de você.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blindspot

Foto: Quinn's House/ Berlanti Productions/ Universal Television

Finalmente saiu o piloto de Blindspot. Alguns estavam animados com a série, outros achavam que ela não traria nada demais.
Eu, particularmente, tinha gostado muito do trailer quando o assisti e achei que o piloto fez por merecer.
Como uma fã de estórias policiais, me agrada quase qualquer tipo de série policial que apareça, seja misturada com drama, ficção científica, suspense, comédia ou fantasia, se for policial, eu to dentro (nem que seja para assistir o primeiro episódio e nunca mais ver a série).

A estória gira em torno dessa Jane Doe (Jaimie Alexander), que é encontrada dentro de uma bolsa na Time Square, sem nenhuma lembrança de seu passado e com o corpo todo recentemente tatuado, exceto por seu rosto. Ela vai parar no FBI e acaba os ajudando a resolver o mistério em volta dela mesma e de suas tatuagens, que contém pistas para evitar crimes que ainda não foram cometidos, entre outras coisas.
Entre isso tudo, a Jaimie está daquele jeito Lady Sif, meio séria meio brava que não tem como você não gostar dela. Aos 18:30 minutos de episódio eu sabia que gostava da personagem e aos 23:30 eu queria casar com ela. Todo o mistério e as intenções e personalidade da personagem dão o potencial de ser uma série fenomenal. Espero que eu esteja certa.

Chappie

Foto: Columbia Pictures/ Media Rights Capital/ LStar Capital

Sim, eu demorei horrores para assistir esse filme, mas finalmente foi!
Eu achei o filme genial. começando por toda a idéia de se passar na África do Sul. Sim, como todos os outros filmes do diretor Neill Blomkamp e sim, provavelmente pelo fato dele ter nascido em Joanesburgo. Mas ainda assim, tivemos um filme falando, não só sobre uma super tecnologia implantada na realidade, como também sobre inteligência artificial e ele não se passa nos Estados Unidos, só isso já merece muito crédito.

Além disso temos o fato de que eles conseguiram fazer com que o Hugh Jackman ficasse com cara de white trash e isso é muito fod*! O cara é um símbolo sexual há sei lá eu quanto tempo e o Neill o transformou não só em algo aterrorizante de mau, como também em um cara levemente nojento.

Os "vilões" do filme são humanos. E por vilões eu quero dizer os do começo do filme. Yo-Landi e Ninja, além de praticamente estarem se interpretando - para quem não sabe eles são músicos de Joanesburgo e esses são seus nomes artísticos na vida real -, também mostram não só lados ruins como lados bons. Ela trata o Chappie como um filho mesmo e ele (demora, mas) salva Deon (Dev Patel) e fica para enfrentar o Moose sozinho, mesmo sabendo que isso provavelmente iria lhe custar a sua vida.

Sem contar o fato de que o gênio do filme é um garoto indiano magrinho de tudo que até pouco tempo atrás estava pedindo esmolas nas ruas da Índia e tentando salvar a garota que ele amava, não pera, isso foi outro filme...

O herói é um robô! E o pior de tudo é que não tem como você não se apaixonar pelo Chappie, ele é simplesmente muito fofo! Mesmo se transformando num criminoso.

Bom, uma curiosidade é que esse filme é baseado no primeiro curta (e põe curta nisso) escrito e dirigido por Blomkamp, chamado Tetra Vaal - o nome da empresa dos robôs policiais no filme. O curta é de 2004 e mostra, como se fosse um comercial da empresa, como seria se as ruas fossem patrulhadas por robôs ao invés de seres humanos. Para assistir no Youtube clique aqui.

O filme ainda conta com a presença de Sharlto Copley (como em todos os outros filmes de Blomkamp), como Chappie e Sigourney Weaver, como a diretora da Tetra Vaal.

Aloha

Foto: Columbia Pictures/ Regency Enterprises/ LStar Capital

Esse filme é muito bom!

Brian Gilcrest (Bradley Cooper) é um ex-militar americano, que agora trabalha para uma companhia privada - que o dono é interpretado por ninguém menos que Bill Murray - e é enviado ao Havaí para conseguir fechar um negócio com os havaianos.
Brian tomou algumas decisões erradas na vida, que o fizeram quase perder o emprego e essa é sua última chance de fazer algo certo. Ele encontra com sua ex-namorada Tracy (Rachel McAdams), que está casada e com filhos e tem, como encarregada por ele, a capitã Allison Ng (Emma Stone), com quem ele não se dá muito bem no começo.

O filme tem umas tiradas extremamente inteligentes e a química dos três é absurdamente boa. Os olhares, as caras, toda a conversa corporal e não corporal do elenco está sensacional e o filme flui de uma forma que é uma delícia de ser assistido.

Ainda compõe o elenco Alec Baldwin, John Krasinski e Danny McBride.

The Bastard Executioner

Foto: FX Productions/ Fox 21/ Imagine Television

Eu vou ser bem sincera, eu esperava algo diferente dessa série. O piloto é um episódio duplo, sendo uma hora e meia, ao contrário do padrão de 45 minutos, e foram os 90 minutos mais longos dos últimos tempos.
A série é interessante, mas o começo foi extremamente parado, as coisas foram ficar um pouco mais animadinhas lá pelos últimos 30 ou 20 minutos do episódio e eu quase desisti antes - sendo que eu dormi no meio e tive que voltar uma parte. Mas eu acho que esperava algo num pique mais Vikings e não é exatamente esse o propósito dessa série.

A série começa com alguns flashes da personagem principal, Wilkin Brattle (Lee Jones), que está sonhando com seu passado como soldado do Barão Ventris. Ele vence uma luta contra os rebeliões e é deixado, pelo próprio Barão (que não lutou), para morrer.
Wilkin se junta aos rebeliões e começa a viver numa vila, sem que ninguém saiba que ele era um soldado. Sua mulher está grávida e ele sai com outros seis homens da vila para matar os mensageiros do Barão, que vieram coletar impostos. Eles deixam um homem vivo. Esse homem volta e consegue reconhecer de que parte do reino seus atacantes vieram, com isso, o Barão manda seus soldados até a vila, mata todos e queima as casas (essa cena ficou bem sangrenta, aconselho aos de estômago fraco não a assistirem). Wilkin e os outros seis homens retornam e juram vingança. Então, tem uma briga que vale a pena, onde o Barão morre e Wilkin resolve (com um certo empurrãozinho) tomar o lugar do carrasco que andava com a comitiva do Barão, pois assim, todos acreditariam que os sete homens que demonstravam uma ameaça estariam mortos.

Depois disso (como eu disse, lá pelos últimos vinte minutos de episódio), as coisas começam a ficar verdadeiramente interessantes. Essa parte é como se fosse a introdução, mas a meu ver o piloto tem que ser aquilo que te chama atenção numa série, o que te faz querer assistir os outros episódios e esse piloto sozinho, não me convenceu. Como eu gostei muito do trailer, vou dar uma nova chance e assistir o terceiro episódio com uma grande xícara de café na mão, que é para não ter erro.

domingo, 20 de setembro de 2015

Limitless (a série)

Foto: CBS/ Relativity Media

O piloto vazou e MEU DEUS!
Acho que esse primeiro episódio conseguiu me deixar tão entusiasmada quanto o filme.
A estória segue a linha do tempo normalmente, sendo quatro anos após o término do filme que é de 2011. Eddie Morra, a personagem de Bradley Cooper está trabalhando no senado e faz uma aparição rápida que praticamente costura a estória da série.

Brian Sinclair (Jake McDorman) é um músico de 28 anos que trabalha como avulso durante o dia. Ele vai trabalhar numa empresa e reencontra seu amigo Eli, com o qual costumava ter uma banda, e acaba contando que seu pai está doente e ninguém consegue descobrir o que ele tem. Eli, então, resolve lhe dar uma pílula de NZT-48 sem explicar direito o que ela faz, apenas dizendo que irá ajudar. Com isso, Brian consegue descobrir o problema do pai e volta a Eli para pedir outra pílula, quando o encontra morto no chão do apartamento. O FBI entra no apartamento (sabe-se deus lá o porquê) e Brian toma outra pílula para conseguir escapar deles. Então, temos todas aquelas cenas no estilo do filme que te fazem ficar inquieto no sofá.
Eventualmente, ele recebe a ajuda de Eddie e acaba virando conselheiro do FBI, sob a guarda da agente Rebecca Harris (Jennifer Carpenter).

Se a série continuar no ritmo e na trama do piloto, vai ser algo de cair o queixo *dedos cruzados*.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Hannibal (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Dino De Laurentiis Company/ Living Dead Guy Productions/ NBC

MEU DEUS!
Sério, que series finale foi esse? Eu chorei, arrepiei, fiquei nervosa, apaixonada e excitada com as últimas cenas. Foi uma montanha russa de emoções.
Essa foi com certeza absoluta uma das minhas séries prediletas de todos os tempos!
Eu já amava Hannibal desde que eu me lembro por gente, entre filmes e livros que sempre me agradaram, mas o Bryan Fuller conseguiu melhorar essa experiência. Assim como Pushing Daisies, que é uma das séries mais bonitas que eu já vi, Hannibal agradou os olhos até dos mais chatos e sensíveis. Cada cena, shot, roupa, background e prato de comida foi pensado nos mínimos detalhes para que essa fosse não apenas uma série comum, mas sim uma obra prima.
Eu vou sentir uma falta tremenda dos diálogos inteligentes, da linguagem corporal bem pensada, das leves insinuações com o rosto no momento certo. Tudo nessa série dava gosto.
Mads Mikkelsen fez jus à personagem tão bem interpretada e eternizada por Anthony Hopkins. E é com um aperto no coração que eu digo adeus a essa série. Tanto que, quando soube que havia sido cancelada, parei de assistir e esperei para assistir todos os últimos episódios de uma só vez, degustando-os, de forma que até Hannibal Lecter aprovaria. Foi triste, como um último encontro com o amor da sua vida, onde tudo parece mais maravilhoso, porque você sabe que não vai ter mais aquilo.
A cena final (antes dos créditos) onde Hannibal e Will finalmente matam alguém juntos foi como aquele beijo entre as duas personagens principais que você sempre fica esperando e (normalmente) demora várias temporadas para acontecer e, enquanto não acontece, você passa pelos episódios sofrendo com a tensão. Pelo menos, é o que acontece comigo. E foi isso nessa série, eu passei todos os episódios esperando o Will (Hugh Dancy) matar alguém e quando ele finalmente o faz é numa dança de coreografia onde os golpes dele são alternados com os de Hannibal. UAU! Eu morri um pouco vendo essa cena, cada golpe em câmera lenta era um suspiro no sofá. Até que finalmente acaba, o Dragão Vermelho está morto e eu sem fôlego.
É isso. Acabou. Eu me enterrei no sofá e Bryan Fuller me cobriu com o mais sedoso lençol de beleza e sangue.
Eu não vou superar essa série tão cedo, mesmo com a notícia de que a NBC vai trazer uma mini-série spinoff de Heroes (uma das minhas séries prediletas).
Até ver algo novo sobre o Hannibal, meu coração permanecerá partido.

Falling Skies (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto:  DreamWorks Television/ TNT Originals/ Invasion Productions

Então, depois de cinco temporadas extraordinárias, Falling Skies acabou.
Eu fui pega de surpresa, não estava acompanhando as notícias sobre a série, logo, não tinha idéia que estava assistindo ao último episódio até reparar na hashtag em cima do logo da TNT que dizia "series finale", nesse momento deu uma apertadinha no peito, daquelas que acontecem quando um grande amigo vai morar fora.
Enquanto o episódio passava eu ia pensando em tudo que aconteceu na série e comparando com outras séries pós-apocalíticas, que não tem a mesma quantidade de ação. Algo que me agrada e muito.
Mas também devo admitir que fiquei aliviada de ver que eles finalmente - depois de só se darem mal - conseguiram derrotar os espheni e retomar o planeta.
O episódio também foi corrido e me deu a impressão de que até a primeira metade poderia perfeitamente ser apenas mais um season finale, sendo que tudo poderia dar errado e eles continuariam lutando na próxima temporada. Por bem ou por mal, tudo dá certo, graças ao dispositivo biotec que a ex-mulher de Tom/ Dornia entrega a ele. Esse dispositivo mata a rainha e, com ela, todos os overlords, skitters e tudo que tinha DNA espheni. Infelizmente, após declarar que está grávida de novo, Anne (Moon Bloodgood) acaba morrendo também, mas Tom (Noah Wyle) pede ajuda à Dornia, que a traz de volta à vida. 
É formada uma nova "nação" que inclui todos os sobreviventes das antigas nações do mundo e liderada por nada mais nada menos do que Tom Mason. De quebra, a série termina com a lição de que, se não fosse a invasão alienígena, os seres humanos não teriam ficado tão unidos e não conseguiriam derrotar os spheni.
Achei um final bem legal, que deixou um gostinho de nostalgia já.
Vou sentir falta das loucuras alienígenas do Spielberg na tv.

Beauty and the Beast

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Take 5 Productions/ Whizbang Films/ CBS 

O season finale que ficou com cara de series finale e me deixou um pouco confusa.
Pela primeira vez Beauty and the Beast terminou com tudo arrumado. Nada de terminar no meio de uma briga ou conversa ou com alguém voando para longe e você com aquela cara de bolinha sem entender porr* nenhuma do que tava acontecendo.
Ela terminou com tudo que uma series finale tem direito. A Cat (Kristin Kreuk) e o Vincent (Jay Ryan) finalmente conseguem virar o jogo, encontrar e matar o Liam (Jason Gedrick) - diga-se de passagem a maior ameaça que eles tiveram até agora, depois do pai da Cat, que era só bem relacionado. Eles resolvem todos os problemas da temporada, os federais acreditam neles e eles casam na última cena.
Daí começou a dar nó na minha cabeça, porque o episódio pareceu super corrido, ao contrário do ritmo mais específico da série. Eles acabaram casando do nada, na lage do prédio da Cat, só com a Heather, o JT e a Tess de convidados, algo que o Vincent não queria desde o começo, por não ser romântico. Mas ok, ignorei isso.
O que realmente ficou meio estranho foi o fato de que a segunda temporada parou no meio, sem explicações e acabou terminando mais tarde do que deveria, o que fez com que a programação das próximas temporadas ficassem desatualizadas, ou seja, a quarta temporada está confirmada e marcada para estrear ainda esse ano. Então, ao contrário das aparências esse foi realmente apenas o season finale.
Tirando as estranhezas, o final não deixou a desejar. Admito que achei muito fofo eles casarem (finalmente!) e ninguém se machucar no meio do caminho.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Stitchers

Leia Antes!
Foto: ABC Family

Outra série cuja primeira temporada acabou de acabar e que promete bastante é Stitchers.
Kirsten (Emma Ishta) é uma garota estranha que possui uma doença chamada displasia temporal, fazendo com que ela não tenha noção do tempo passando, sendo que algo que aconteceu vinte anos atrás está tão fresco em sua memória como algo que aconteceu vinte minutos atrás. Por conta dessa doença, Kirsten tem dificuldade de sentir emoções e é chamada para fazer parte do programa secreto do governo chamado Stitching (do verbo costurar). O programa consiste em entrar nas memórias de uma pessoa recém-falecida para tentar descobrir o porquê de sua morte e/ou tentar evitar mais mortes.
A estória mistura drama, comédia - Camille (Allison Scagliotti) é uma das melhores sidekicks dos últimos tempos - suspense e muita ficção científica e o resultado é extremamente satisfatório.

Humans

Leia Antes!
Foto: AMC

Já que eu estou na pegada que séries sobre ficção científica, resolvi falar um pouco sobre Humans. A série terminou a primeira temporada há pouco tempo, mas infelizmente ainda não tem a próxima temporada confirmada.
A estória se passa num tempo presente paralelo ao nosso, onde os robôs foram aperfeiçoados até ficarem extremamente similares a seres humanos. Eles viraram os brinquedos de última geração, tomando os empregos de baixo escalão, como empregados domésticos, cuidadores, lixeiros e prostitutas.
A estória principal gira em torno de Anita (a lindíssima Gemma Chan), que descobrimos mais tarde que na verdade se chama Mia, uma droid (ou synth, como eles chamam na série), que teve seu programa original suprimido pelo programa de synth doméstico. Ela, assim como seus irmãos, são um tipo avançado de synth, que consegue ter sentimentos bons e ruins, se assemelhando ao um ser humano normal.
Ao decorrer da série, explica melhor a estória de Mia, como ela foi parar na família para quem trabalha e o que aconteceu com sua família. Para evitar spoilers, eu não vou contar nada demais.
É um drama, focando nas interações dos humanos com os synth comuns e com os evoluídos, o que me fez pensar bastante que eu não conseguiria tratar algo que é igual a um humano como uma coisa. E o legal da série é justamente mostrar esses dois lados, dos humanos e dos synth.

Killjoys

Leia Antes!
Foto: Temple Street Productions/ Space/ SyFy

A série foca no relacionamento da equipe de Killjoys a bordo de sua nave e suas missões interplanetárias. Killjoys são caçadores de recompensa licenciados que fazem parte da RAC (ou CAR, em português) e devem cumprir missões de localizar e apreender (ou matar) pessoas ou entregar cargas através do espaço.
Se passa praticamente no sistema planetário quadrangular (composto por um planeta e três luas habitadas) e gira em torno da equipe composta por Dutch (Hannah John-Kamen), a líder da equipe, assassina treinada e com um passado perturbado, Johnny (Aaron Ashmore - e apesar do que até eu achava, ele não é o Iceman do X-Men, é o irmão gêmeo dele), viciado em tecnologia e arrumar coisas e situações, que entrou pra tripulação após tentar roubar a nave, e D'avin (Luke Macfarlane), o irmão mais velho de Johnny, ex-militar, que se junta a equipe após sumir durante oito anos e ser encontrado através de um mandado de execução.
A série é bem interessante, mantendo o clima relativamente light com uma ou outra piada esporádica, ainda que as partes dramáticas possam ser consideradas pesadas às vezes.

Dark Matter

Leia Antes!
Foto: Prodigy Pictures/ SyFy

A série conta a estória de uma espaço nave cargueira, com uma tripulação de seis pessoas e uma android que acorda com amnésia. Sem saber quem são, de onde vieram ou o que estão fazendo ali, eles vão ter que se unir para desvendar esses mistérios.
Como exímia fã do canal SyFy, eu me empolguei bastante com essa série quando ela estava para estrear, porém só agora que consegui pegar os episódios para assistir e não decepcionou.
É pura ficção científica no melhor estilo, com naves e armas do futuro (ou talvez de outra dimensão, ou talvez de outro universo - na verdade, ainda não deu para ter certeza). As personagens estão bem diversificadas em termos de personalidade, o que adiciona comédia e puxa o interesse do telespectador, visto que as interações entre os membros da equipe são bem interessantes.
A série está no episódio 9 e amanhã (sexta) sai o 10, é uma série completa, com ação, comédia, drama e romance, tudo na medida certa e não se aprofundou, por enquanto, em assuntos mais científicos, o que a torna fácil de ser acompanhada por qualquer um.
O elenco conta com Roger R. Cross (que está protagonizando Reggie Fitzwilliam em The Strain), Zoie Palmer (a Dr. Lauren Lewis de Lost Girl) e Jodelle Ferland (que fez praticamente todas as garotinhas assustadoras dos últimos filmes de terror que você assistiu - inclusive os ruins).

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

The Disappearance of Eleanor Rigby

Foto: Division Films/ Dreambridge Films/ Myriad Pictures/ Unison Films

Eu resolvi chamar de "The Disappearance of Eleanor Rigby - A Experiência", já que não é um único filme, mas três filmes diferentes, The Disappearance of Eleanor Rigby: Him, The Disappearance of Eleanor Rigby: Her e The Disappearance of Eleanor Rigby: Them. Ou seja, a mesma estória contada sob três óticas diferentes.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Him
Conta a estória de Conor Ludlow (James McAvoy - o novo Charles Xavier), que está tentando reatar com sua esposa, Eleanor Rigby (Jessica Chastain - não, não é a Bryce Dallas, mas ela também fez The Help), após o casal perder o filho. Conta a estória inteira sob a visão dele, só mostrando ela quando eles estão juntos ou quando ele a vê.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Her
Conta a estória de Eleanor Rigby, que resolve dar um tempo com seu marido, Conor Ludlow , após o casal perder o filho. Conta a estória inteira sob a visão dela, só mostrando ele quando eles estão juntos ou quando ela o vê.

The Disappearance of Eleanor Rigby: Them
Conta a estória como realmente aconteceu, alternando do que está acontecendo com um e com outro enquanto estão separados. É um filme normal.

O interessante mesmo é que nos dois primeiros filmes todas as cenas em que o casal está junto são diferentes, apesar de extremamente similares. Os detalhes mudam, como a roupa que estão usando, a reação que têm e até mesmo o modo como falam uma frase. Isso, no começo, me deixou um pouco confusa (cheguei até a xingar o continuista), mas depois você acaba entendendo que é como cada um vê aquela situação, nos mínimos detalhes. Começa a reparar, por exemplo, que a reação do Conor quando fala com a Eleanor é muito diferente na visão dela e na dele. Bom, achei essa idéia sensacional, apesar de saber que é impossível de se fazer com todos os filmes, afinal de contas, juntando os três, são mais de 5 horas de filme.
O filme é um drama, mas, apesar das circunstâncias, não é muito pesado. Ele foca em como cada um lida com a situação e como eles fazem para se reerguer.