Mostrando postagens com marcador PG-13. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PG-13. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Insidious: Chapter 3

Foto: Gramercy Pictures/ Stage 6 Films/ Entertainment One

Eu tenho que admitir que estava com um pouco de medo de assistir esse filme, não pelos motivos óbvios, mas porque eu gostei tanto do primeiro e do segundo, que fiquei com medo desse não ser assim tão bom. Isso por que esse não é bem uma sequência, mas sim uma introdução. Eu estava errada.
Ele poderia perfeitamente se chamar qualquer outra coisa que não tivesse a ver com Insidious e seria igualmente bom, com a diferença que talvez eu não tivesse assistido tão rápido.
Esse filme fecha para mim a conclusão de que finalmente os grandes filmes de terror estão de volta. Passamos por uma fase negra de filmes de terror, onde o máximo que eles assustavam ara o meu senso de estética. Monstros e espíritos mal feitos, efeitos visuais ruins, sem contar a encenação, muitas vezes, pobre de dar dó, eram algumas coisas que fizeram filme de terror virar sinônimo de filme de comédia.

Esse não é um desses filmes.

A estória gira em torno de Quinn Brenner (Stefanie Scott) que perdeu a mãe há um ano e meio e deseja falar com ela. Quinn já havia tentado estabelecer contato com o espírito da mãe quando vai procurar Elise Rainier (sim, você lembra dela), interpretada por Lin Shaye, que tenta, porém falha em contactar a mãe de Quinn.
Elise não trabalha mais com isso desde sua última tentativa de ajudar o menino Lambert, que o salvou (ou pelo menos é o que todos acreditam), porém trouxe a velha viúva da escuridão.
Elise fala para Quinn não tentar chamar a mãe de novo e explica que quando se chama alguém na escuridão, todos ouvem. A menina ÓBIVO não escuta e chegando em casa, escuta barulhos estranhos e acha que é a mãe, chamando por ela.
Eventualmente Quinn sofre um acidente, morre e volta a vida, o que faz com que sua conexão com o mundo espiritual fique mais forte e sua força de vontade mais fraca. A partir daí ela começa a ser aterrorizada por uma entidade ruim cujos desejos são obscuros.

Acho que eu não preciso nem dizer que Poltergeist não ficou nem uma semana no topo da lista, Eu morri de medo desse filme! Ao ponto de ter que assistir algo mais light depois para conseguir dormir! Existiram momentos em que eu não podia ser distinguida das almofadas do sofá, de tanto que fui me enfiando entre elas.
O filme é, por falta de expressão melhor, DO CARALHO. E se você não gosta de filme de terror, nem tente assistir esse. Ele fecha com chave de ouro a trilogia Insidious e (o pior de tudo) te faz parar para pensar... Lembre-se de não chamar por ninguém em meio a escuridão, vai que eles atendem.

The Bastard Executioner

Foto: FX Productions/ Fox 21/ Imagine Television

Eu vou ser bem sincera, eu esperava algo diferente dessa série. O piloto é um episódio duplo, sendo uma hora e meia, ao contrário do padrão de 45 minutos, e foram os 90 minutos mais longos dos últimos tempos.
A série é interessante, mas o começo foi extremamente parado, as coisas foram ficar um pouco mais animadinhas lá pelos últimos 30 ou 20 minutos do episódio e eu quase desisti antes - sendo que eu dormi no meio e tive que voltar uma parte. Mas eu acho que esperava algo num pique mais Vikings e não é exatamente esse o propósito dessa série.

A série começa com alguns flashes da personagem principal, Wilkin Brattle (Lee Jones), que está sonhando com seu passado como soldado do Barão Ventris. Ele vence uma luta contra os rebeliões e é deixado, pelo próprio Barão (que não lutou), para morrer.
Wilkin se junta aos rebeliões e começa a viver numa vila, sem que ninguém saiba que ele era um soldado. Sua mulher está grávida e ele sai com outros seis homens da vila para matar os mensageiros do Barão, que vieram coletar impostos. Eles deixam um homem vivo. Esse homem volta e consegue reconhecer de que parte do reino seus atacantes vieram, com isso, o Barão manda seus soldados até a vila, mata todos e queima as casas (essa cena ficou bem sangrenta, aconselho aos de estômago fraco não a assistirem). Wilkin e os outros seis homens retornam e juram vingança. Então, tem uma briga que vale a pena, onde o Barão morre e Wilkin resolve (com um certo empurrãozinho) tomar o lugar do carrasco que andava com a comitiva do Barão, pois assim, todos acreditariam que os sete homens que demonstravam uma ameaça estariam mortos.

Depois disso (como eu disse, lá pelos últimos vinte minutos de episódio), as coisas começam a ficar verdadeiramente interessantes. Essa parte é como se fosse a introdução, mas a meu ver o piloto tem que ser aquilo que te chama atenção numa série, o que te faz querer assistir os outros episódios e esse piloto sozinho, não me convenceu. Como eu gostei muito do trailer, vou dar uma nova chance e assistir o terceiro episódio com uma grande xícara de café na mão, que é para não ter erro.

domingo, 20 de setembro de 2015

The To Do List

Foto: CBS/ 3 Arts Entertainment/ The Mark Gordon Company

O filme conta a estória de Brandy Klark (Aubrey Plaza), uma adolescente nerd esquisita que acaba de se formar no colegial e resolve que não pode ir para a faculdade sabendo nada do mundo do sexo.
Então, após conversar com sua irmã mais velha, ela faz uma lista sobre tudo que precisa aprender sobre sexo nas férias de verão.
Ela acaba se envolvendo seu melhor amigo, Cameron (Johnny Simmons), e se apaixona por Rusty Waters (Scott Porter), com quem tem a intenção de perder a virgindade.
O filme mistura a inocência de uma garota que nunca ouviu falar sobre a maioria das coisas relacionadas a sexo com a explicitude que são os atos que ela vai ter que fazer. Sem contar que as caras e bocas que a Aubrey Plaza faz são, de fato, impagáveis.
O filme é uma comédia que vale a pena assistir. E o elenco ainda conta com a presença de Bill Hader, Rachel BilsonChristopher Mintz-PlasseAndy Samberg e Clark Gregg (Son of Coul!!).

InAPPropriate Comedy

Foto: 20th Century Fox

Já aviso, esse filme tem uma nota de 2,9 no IMDB e ele não merece!
Isso, é claro, se você gosta de filmes com várias estórias não conexas, sem pé nem cabeça e muito, mas muito sujo.
Ele tem uma pegada (mais pesada, porém parecida) como a do Movie 43.
Se eu for contar a estória do filme, vou acabar contanto ele todo. O que você precisa saber é que um cara fica mexendo no seu tablet e clicando em vários aplicativos diferentes (às vezes mais de uma vez) e cada aplicativo o manda para um vídeo curto. A maioria (ou talvez sejam todos) tiram sarro de algum programa americano, como The Amazing Race que vira The Amezing Racist.
Entenda, esse filme exagera em todos os preconceitos, de todos os tipos, justamente porque ele está, na verdade, tirando sarro das pessoas preconceituosas (mais especificamente o americano branco cristão), que vêem aqueles que são diferentes delas dessa forma. Se você não tem maturidade intelectual para entender isso, por favor, pare de ler o que eu escrevo não assista esse filme.

O elenco conta com a presença de Rob Schneider, Adrien Brody, Michelle Rodriguez, Lindsay Lohan Ari Shaffir (que também escreve).
Divirta-se!