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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Tomorrowland

Foto: Walt Disney Pictures

- Hugh Laurie
- Ficção científica
- George Clooney
- Paris
- Disney
- Coisas futurísticas
- Jules Verne
- Nikola Tesla
- Pessoas inteligentes em geral
- Robôs!

Pronto, se você não gosta de nenhuma dessas coisas, então não assista esse filme, você irá odiá-lo! Do contrário, corre e assiste agora!!
Esse filme me trouxe tantos sentimentos bons, entre passado, presente e futuro.
Para começar quando eu fui no brinquedo "Tomorrowland" da Disney eu tinha quatro anos e é uma das poucas coisas que eu lembro. Primeiro porque eu realmente acreditei que o que eu estava vendo era um futuro possível, então super me identifiquei com a personagem principal do filme. Depois que eu fiquei maravilhada com aquilo. O fato de ser uma possibilidade nem passava pela minha cabeça, eu tinha CERTEZA de que o futuro seria daquele jeito, de que teríamos coisas tecnológicas para nos ajudar no dia-a-dia. Não estava completamente errada.
Em segundo lugar, como boa fã de ficção científica e de tecnologia, eu era quase que obrigada a pirar com esse filme. Cada invenção, cada cena, cada detalhe, me fez dar gritinhos empolgados. Quando aparece a primeira menção ao Tesla eu quase gritei. E quando eles falam de livros que contavam sobre futuros distópicos e coisa incríveis, na hora me veio Verne na cabeça e mais pra frente no filme ELES REALMENTE FALAM DO VERNE!!
A nerd em mim só faltou soltar fogos vendo esse filme (obrigada Walt!). Aliás, aparece uma nave totalmente steampunk que se você não gostar, você não merece viver!

Bom, vamos lá! A estória do filme gira em torno de Casey Newton (Britt Robertson - a Angie de Under the Dome!!), uma garota gênio, extremamente esperançosa que está tentando impedir uma base de lançamento da Nasa de ser demolida quando é presa. Ao sair da cadeia e pegar seus pertences, Casey nota um boton (*chills*) entre suas coisas, que não lhe pertence, é o boton de Tomorrowland. Quando ela o toca tem um vislumbre do que é Tomorrowland.
Eventualmente, Casey encontra com Frank Walker (George Clooney), um inventor amargo com a vida e sem esperança de que as coisas possam mudar. Frank já esteve em Tomorrowland e aprendeu que lá é para onde vão os grandes inventores para que eles possam criar sem interrupções ou distrações, ou pelo menos é para onde eles iam antes de Nix (Hugh Laurie) fechar as portas de acesso para a terra do amanhã. Casey e Frank se juntam para tentar ir para Tomorrowland mudar o futuro do mundo e contam com a ajuda de Athena (Raffey Cassidy).

Se depois disso tudo você ainda não quiser assistir esse filme, tudo que me resta é ter dó de você.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blindspot

Foto: Quinn's House/ Berlanti Productions/ Universal Television

Finalmente saiu o piloto de Blindspot. Alguns estavam animados com a série, outros achavam que ela não traria nada demais.
Eu, particularmente, tinha gostado muito do trailer quando o assisti e achei que o piloto fez por merecer.
Como uma fã de estórias policiais, me agrada quase qualquer tipo de série policial que apareça, seja misturada com drama, ficção científica, suspense, comédia ou fantasia, se for policial, eu to dentro (nem que seja para assistir o primeiro episódio e nunca mais ver a série).

A estória gira em torno dessa Jane Doe (Jaimie Alexander), que é encontrada dentro de uma bolsa na Time Square, sem nenhuma lembrança de seu passado e com o corpo todo recentemente tatuado, exceto por seu rosto. Ela vai parar no FBI e acaba os ajudando a resolver o mistério em volta dela mesma e de suas tatuagens, que contém pistas para evitar crimes que ainda não foram cometidos, entre outras coisas.
Entre isso tudo, a Jaimie está daquele jeito Lady Sif, meio séria meio brava que não tem como você não gostar dela. Aos 18:30 minutos de episódio eu sabia que gostava da personagem e aos 23:30 eu queria casar com ela. Todo o mistério e as intenções e personalidade da personagem dão o potencial de ser uma série fenomenal. Espero que eu esteja certa.

Chappie

Foto: Columbia Pictures/ Media Rights Capital/ LStar Capital

Sim, eu demorei horrores para assistir esse filme, mas finalmente foi!
Eu achei o filme genial. começando por toda a idéia de se passar na África do Sul. Sim, como todos os outros filmes do diretor Neill Blomkamp e sim, provavelmente pelo fato dele ter nascido em Joanesburgo. Mas ainda assim, tivemos um filme falando, não só sobre uma super tecnologia implantada na realidade, como também sobre inteligência artificial e ele não se passa nos Estados Unidos, só isso já merece muito crédito.

Além disso temos o fato de que eles conseguiram fazer com que o Hugh Jackman ficasse com cara de white trash e isso é muito fod*! O cara é um símbolo sexual há sei lá eu quanto tempo e o Neill o transformou não só em algo aterrorizante de mau, como também em um cara levemente nojento.

Os "vilões" do filme são humanos. E por vilões eu quero dizer os do começo do filme. Yo-Landi e Ninja, além de praticamente estarem se interpretando - para quem não sabe eles são músicos de Joanesburgo e esses são seus nomes artísticos na vida real -, também mostram não só lados ruins como lados bons. Ela trata o Chappie como um filho mesmo e ele (demora, mas) salva Deon (Dev Patel) e fica para enfrentar o Moose sozinho, mesmo sabendo que isso provavelmente iria lhe custar a sua vida.

Sem contar o fato de que o gênio do filme é um garoto indiano magrinho de tudo que até pouco tempo atrás estava pedindo esmolas nas ruas da Índia e tentando salvar a garota que ele amava, não pera, isso foi outro filme...

O herói é um robô! E o pior de tudo é que não tem como você não se apaixonar pelo Chappie, ele é simplesmente muito fofo! Mesmo se transformando num criminoso.

Bom, uma curiosidade é que esse filme é baseado no primeiro curta (e põe curta nisso) escrito e dirigido por Blomkamp, chamado Tetra Vaal - o nome da empresa dos robôs policiais no filme. O curta é de 2004 e mostra, como se fosse um comercial da empresa, como seria se as ruas fossem patrulhadas por robôs ao invés de seres humanos. Para assistir no Youtube clique aqui.

O filme ainda conta com a presença de Sharlto Copley (como em todos os outros filmes de Blomkamp), como Chappie e Sigourney Weaver, como a diretora da Tetra Vaal.

The Bastard Executioner

Foto: FX Productions/ Fox 21/ Imagine Television

Eu vou ser bem sincera, eu esperava algo diferente dessa série. O piloto é um episódio duplo, sendo uma hora e meia, ao contrário do padrão de 45 minutos, e foram os 90 minutos mais longos dos últimos tempos.
A série é interessante, mas o começo foi extremamente parado, as coisas foram ficar um pouco mais animadinhas lá pelos últimos 30 ou 20 minutos do episódio e eu quase desisti antes - sendo que eu dormi no meio e tive que voltar uma parte. Mas eu acho que esperava algo num pique mais Vikings e não é exatamente esse o propósito dessa série.

A série começa com alguns flashes da personagem principal, Wilkin Brattle (Lee Jones), que está sonhando com seu passado como soldado do Barão Ventris. Ele vence uma luta contra os rebeliões e é deixado, pelo próprio Barão (que não lutou), para morrer.
Wilkin se junta aos rebeliões e começa a viver numa vila, sem que ninguém saiba que ele era um soldado. Sua mulher está grávida e ele sai com outros seis homens da vila para matar os mensageiros do Barão, que vieram coletar impostos. Eles deixam um homem vivo. Esse homem volta e consegue reconhecer de que parte do reino seus atacantes vieram, com isso, o Barão manda seus soldados até a vila, mata todos e queima as casas (essa cena ficou bem sangrenta, aconselho aos de estômago fraco não a assistirem). Wilkin e os outros seis homens retornam e juram vingança. Então, tem uma briga que vale a pena, onde o Barão morre e Wilkin resolve (com um certo empurrãozinho) tomar o lugar do carrasco que andava com a comitiva do Barão, pois assim, todos acreditariam que os sete homens que demonstravam uma ameaça estariam mortos.

Depois disso (como eu disse, lá pelos últimos vinte minutos de episódio), as coisas começam a ficar verdadeiramente interessantes. Essa parte é como se fosse a introdução, mas a meu ver o piloto tem que ser aquilo que te chama atenção numa série, o que te faz querer assistir os outros episódios e esse piloto sozinho, não me convenceu. Como eu gostei muito do trailer, vou dar uma nova chance e assistir o terceiro episódio com uma grande xícara de café na mão, que é para não ter erro.

domingo, 20 de setembro de 2015

Limitless (a série)

Foto: CBS/ Relativity Media

O piloto vazou e MEU DEUS!
Acho que esse primeiro episódio conseguiu me deixar tão entusiasmada quanto o filme.
A estória segue a linha do tempo normalmente, sendo quatro anos após o término do filme que é de 2011. Eddie Morra, a personagem de Bradley Cooper está trabalhando no senado e faz uma aparição rápida que praticamente costura a estória da série.

Brian Sinclair (Jake McDorman) é um músico de 28 anos que trabalha como avulso durante o dia. Ele vai trabalhar numa empresa e reencontra seu amigo Eli, com o qual costumava ter uma banda, e acaba contando que seu pai está doente e ninguém consegue descobrir o que ele tem. Eli, então, resolve lhe dar uma pílula de NZT-48 sem explicar direito o que ela faz, apenas dizendo que irá ajudar. Com isso, Brian consegue descobrir o problema do pai e volta a Eli para pedir outra pílula, quando o encontra morto no chão do apartamento. O FBI entra no apartamento (sabe-se deus lá o porquê) e Brian toma outra pílula para conseguir escapar deles. Então, temos todas aquelas cenas no estilo do filme que te fazem ficar inquieto no sofá.
Eventualmente, ele recebe a ajuda de Eddie e acaba virando conselheiro do FBI, sob a guarda da agente Rebecca Harris (Jennifer Carpenter).

Se a série continuar no ritmo e na trama do piloto, vai ser algo de cair o queixo *dedos cruzados*.

Spy

Foto: Chernin Entertainment/ Feigco Entertainment/ Twentieth Century Fox

Atenção: Essa não é mais uma daquelas comédias bobas com a gordinha engraçada. Apesar de ter uma ou outra cena levemente exageradas, esse é um filme de comédia para dar várias boas risadas.

Ele conta a estória de Susan Cooper (Melissa McCarthy), uma agente da CIA, responsável por ajudar e guiar os agentes em campo.Quando seu parceiro, Bradley Fine (Jude Law), morre assassinado por Rayna Boyanov (Rose Byrne) - que diz saber os nomes de todos os agentes em campo - Coop resolve ela mesma ir atrás de Rayna, encontrá-la e descobrir seus planos.
Em meio a encontros e desencontros com o agente Rick Ford (Jason Statham), com quem ela não se bica e que pediu demissão da agência para ir atrás de Boyanov, Coop se demonstra uma ótima agente, saindo de enrascadas e ainda ajudando Ford.

InAPPropriate Comedy

Foto: 20th Century Fox

Já aviso, esse filme tem uma nota de 2,9 no IMDB e ele não merece!
Isso, é claro, se você gosta de filmes com várias estórias não conexas, sem pé nem cabeça e muito, mas muito sujo.
Ele tem uma pegada (mais pesada, porém parecida) como a do Movie 43.
Se eu for contar a estória do filme, vou acabar contanto ele todo. O que você precisa saber é que um cara fica mexendo no seu tablet e clicando em vários aplicativos diferentes (às vezes mais de uma vez) e cada aplicativo o manda para um vídeo curto. A maioria (ou talvez sejam todos) tiram sarro de algum programa americano, como The Amazing Race que vira The Amezing Racist.
Entenda, esse filme exagera em todos os preconceitos, de todos os tipos, justamente porque ele está, na verdade, tirando sarro das pessoas preconceituosas (mais especificamente o americano branco cristão), que vêem aqueles que são diferentes delas dessa forma. Se você não tem maturidade intelectual para entender isso, por favor, pare de ler o que eu escrevo não assista esse filme.

O elenco conta com a presença de Rob Schneider, Adrien Brody, Michelle Rodriguez, Lindsay Lohan Ari Shaffir (que também escreve).
Divirta-se!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Beauty and the Beast

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Take 5 Productions/ Whizbang Films/ CBS 

O season finale que ficou com cara de series finale e me deixou um pouco confusa.
Pela primeira vez Beauty and the Beast terminou com tudo arrumado. Nada de terminar no meio de uma briga ou conversa ou com alguém voando para longe e você com aquela cara de bolinha sem entender porr* nenhuma do que tava acontecendo.
Ela terminou com tudo que uma series finale tem direito. A Cat (Kristin Kreuk) e o Vincent (Jay Ryan) finalmente conseguem virar o jogo, encontrar e matar o Liam (Jason Gedrick) - diga-se de passagem a maior ameaça que eles tiveram até agora, depois do pai da Cat, que era só bem relacionado. Eles resolvem todos os problemas da temporada, os federais acreditam neles e eles casam na última cena.
Daí começou a dar nó na minha cabeça, porque o episódio pareceu super corrido, ao contrário do ritmo mais específico da série. Eles acabaram casando do nada, na lage do prédio da Cat, só com a Heather, o JT e a Tess de convidados, algo que o Vincent não queria desde o começo, por não ser romântico. Mas ok, ignorei isso.
O que realmente ficou meio estranho foi o fato de que a segunda temporada parou no meio, sem explicações e acabou terminando mais tarde do que deveria, o que fez com que a programação das próximas temporadas ficassem desatualizadas, ou seja, a quarta temporada está confirmada e marcada para estrear ainda esse ano. Então, ao contrário das aparências esse foi realmente apenas o season finale.
Tirando as estranhezas, o final não deixou a desejar. Admito que achei muito fofo eles casarem (finalmente!) e ninguém se machucar no meio do caminho.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Eragon

Leia Antes!
Foto: Fox

Quem foi que me falou para eu não assistir esse filme? E, mais importante, por que eu acreditei durante tanto tempo??
Tenho que admitir que o filme, como pacote, não é isso tudo, mas ele é muito legal!
Eragon (Ed Speleers) é um adolescente que vive numa fazenda, parte do reino do tirano Galbatorix (John Fucking Malkovich), o último dragon-rider que existe - visto que ele matou todos os outros e seus dragões.
O rapaz acha um ovo de dragão, sem saber direito que era um ovo ou o que é um dragão e acaba virando um dragon-rider (desculpe, eu não sei como traduzir isso de um jeito decente).
Resumindo, Eragon tem o dever de salvar o reino e a princesa (interpretada pela lindíssima Sienna Guillory - a Jill de Resident Evil: Apocalypse).
O elenco ainda conta com a presença de Jeremy Irons, como o treinador de Eragon, Brom, Robert Carlyle, como o braço direito de Galbatorix, Durza, Garrett Hedlund, como o amigo de Eragon, Murtagh, Christopher Egan, como o primo de Eragon, Roran, Djimon Hounsou, como o líder da resistência Ajihad, e Rachel Weiss, como a voz da dragão Saphira.

domingo, 16 de agosto de 2015

Mad Max: Fury Road

Leia Antes!
Foto: Warner Bros./ Village Roadshow Pictures

Ok, antes de mais nada, esse texto provavelmente tem spoilers, portanto se você ainda não assistiu esse filme, não assista não leia.
Segunda coisa, eu não gosto dos Mad Max's antigos (me julguem!). Estão avisados.

Para começar, eu não gostei do filme (me julguem!), mas juro que estava esperando algo muito bom desse, por conta do trailer. Infelizmente como todos os outros da seqüência, ele simplesmente não tem estória. E como o segundo e o terceiro, tudo que acontece pode ser resumido em:
- O Max tinha umas coisinhas lá (veículo incluso).
- Vem alguém e rouba as coisinhas dele.
- Ele fica puto da vida.
- Ele vai parar numa cidade bizarra no meio do deserto.
- Ele se fode de alguma maneira.
- Ele escapa e resolve pegar as coisinhas dele de volta.
- Ele resolve ajudar alguém no meio do caminho.
- O Max salva a galerinha (eventualmente alguém morre no meio do caminho, mas quem liga?)
- Ele não consegue as coisinhas dele de volta e termina o filme sozinho no deserto e sem veículo.
Será que alguém pode me explicar, por que esses filmes são bons? Porque aparentemente existe alguma coisa que eu não estou entendendo.
O filme conta uma estória besta, sem pé nem cabeça, que mais parece que você sentou para assistir algum episódio de alguma série que já 'tá lá pela terceira temporada e você não tem muita noção do que aconteceu antes ou de quem são as pessoas que estão aparecendo ali.
A atuação não é lá essas coisas, ou talvez seja de propósito, realmente eu não consigo distinguir. Mas, por favor, o que é aquele cara grandão bobão que fica falando como um homem da caverna e cujo o nome é Rictus Erectus (não, não é zoeira, ou talvez seja...mas não da minha parte)?
Outra pergunta muito importante é, por que o Tom Hardy ficou falando que nem o Bane? Ninguém explicou pra ele que eles estavam filmando outro filme já?
Algo que também me deixou encafifada foi aquela galerinha branca que nem leite. VOCÊS TÃO NO MEIO DO FUDENDO DESERTO, NINGUÉM É BRANCO ASSIM NO MEIO DO DESERTO!! Caracas, bicho, olha os egípcios, por favor!
E mais, qual é a do zum zum zum todo em cima da Imperatriz Furiosa?
É por que ela é quase careca? Por que a Sinéad O'Connor fez isso faz tempo.
É por que ela tem um braço de metal? O Winter Soldier fez primeiro.
É por que ela bate nos caras? A Xena fez primeiro.
É por que ela dirige feito um animal (no bom sentido)? Hello! Letty Ortiz, prazer!
É por que ela salva umas minazinha do harém do velho estranho? Tá, isso eu não lembro de ter visto antes.
Mas sério, por quê?? Ela é uma moça legal e tudo mais, mas o povo andou fazendo alarde demais para uma personagem assim tão copia-e-cola. Ela é forte, mas meio iludida. Assim, não leva a mal, mas quem espera voltar pra cidade natal depois de vinte anos e nada ter mudado? O MUNDO VIROU UM DESERTO, QUERIDA! Shit happens!
Já sobre os carros, eu quase posso elencar tudo de errado, ao invés disso eu vou me focar numa única coisa: Como alguém dirige com uma porra dum idiota tocando guitarra com cem mil amplificadores na frente do carro/ caminhão/ van/ ou seja lá que merda era aquela? Aliás, qual o propósito daquele cidadão? Gente, foca na praticidade, vocês estão caçando pessoas num deserto e não indo festejar o Burning Man!
E só para não dizer que tudo está perdido, eu achei as roupas bem legais.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Minority Report (a série)

Leia Antes!
Foto: Fox/ Paramount

A série é um spinoff do filme de mesmo nome, continuando a estória dez anos depois.
A Precrime foi fechada e os Pre-cogs foram mandados para uma casa no interior, para viverem em paz, porém Dash (Stark Sands), um dos gêmeos, não se conforma e, após o desaparecimento de seu irmão, resolve voltar para a cidade e tentar salvar as pessoas com as quais tem as premonições.
Ele acaba conhecendo a detetive Lara Vega (Meagan Good), que descobre quem ele é e o ajuda a se reiterar na sociedade, enquanto ele a ajuda a parar os crimes que ainda não aconteceram.
A série mostra também que todos os futuros criminosos que haviam sido capturados pela Precrime foram libertados e, em sua maioria, permanecem numa instituição para doentes mentais, visto que a câmara onde ficavam trouxe danos cerebrais aos ex-prisioneiros.
E conta também um pouco sobre a estória dos Pre-cogs e como eles conseguiram seu dom de premonição.
O elenco conta ainda com Wilmer Valderrama (o Fez do That '70s Show), como Will Blake, superior de Vega e Li Jun Li, como Akeela, técnica de de computação que ajuda Vega.

Killjoys

Leia Antes!
Foto: Temple Street Productions/ Space/ SyFy

A série foca no relacionamento da equipe de Killjoys a bordo de sua nave e suas missões interplanetárias. Killjoys são caçadores de recompensa licenciados que fazem parte da RAC (ou CAR, em português) e devem cumprir missões de localizar e apreender (ou matar) pessoas ou entregar cargas através do espaço.
Se passa praticamente no sistema planetário quadrangular (composto por um planeta e três luas habitadas) e gira em torno da equipe composta por Dutch (Hannah John-Kamen), a líder da equipe, assassina treinada e com um passado perturbado, Johnny (Aaron Ashmore - e apesar do que até eu achava, ele não é o Iceman do X-Men, é o irmão gêmeo dele), viciado em tecnologia e arrumar coisas e situações, que entrou pra tripulação após tentar roubar a nave, e D'avin (Luke Macfarlane), o irmão mais velho de Johnny, ex-militar, que se junta a equipe após sumir durante oito anos e ser encontrado através de um mandado de execução.
A série é bem interessante, mantendo o clima relativamente light com uma ou outra piada esporádica, ainda que as partes dramáticas possam ser consideradas pesadas às vezes.

Dark Matter

Leia Antes!
Foto: Prodigy Pictures/ SyFy

A série conta a estória de uma espaço nave cargueira, com uma tripulação de seis pessoas e uma android que acorda com amnésia. Sem saber quem são, de onde vieram ou o que estão fazendo ali, eles vão ter que se unir para desvendar esses mistérios.
Como exímia fã do canal SyFy, eu me empolguei bastante com essa série quando ela estava para estrear, porém só agora que consegui pegar os episódios para assistir e não decepcionou.
É pura ficção científica no melhor estilo, com naves e armas do futuro (ou talvez de outra dimensão, ou talvez de outro universo - na verdade, ainda não deu para ter certeza). As personagens estão bem diversificadas em termos de personalidade, o que adiciona comédia e puxa o interesse do telespectador, visto que as interações entre os membros da equipe são bem interessantes.
A série está no episódio 9 e amanhã (sexta) sai o 10, é uma série completa, com ação, comédia, drama e romance, tudo na medida certa e não se aprofundou, por enquanto, em assuntos mais científicos, o que a torna fácil de ser acompanhada por qualquer um.
O elenco conta com Roger R. Cross (que está protagonizando Reggie Fitzwilliam em The Strain), Zoie Palmer (a Dr. Lauren Lewis de Lost Girl) e Jodelle Ferland (que fez praticamente todas as garotinhas assustadoras dos últimos filmes de terror que você assistiu - inclusive os ruins).

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Blood and Ice Cream Trilogy

OU
A Estória de Como Eu Me Apaixonei Pelo Simon Pegg

*esse texto contém spoilers*

Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions

Há pouco mais de dez anos atrás eu assisti um filme (completamente underrated, por sinal) chamado Shaun of The Dead. O filme conta a estória muito louca de Shaun, um rapaz que aparentemente não faz nada direito, com um trabalho de segunda categoria, dividindo aluguel com dois amigos, um deles, Ed, interpretado pelo também hilário e apaixonante Nick Frost. Shaun acabou de tomar um pé na bunda de sua namorada, Liz, e está afogando as mágoas com Ed quando o mundo é dominado por zumbis.
O filme consegue misturar comédia, ação e sangue, em um ritmo que eu nunca vi.
A sequência de músicas é extremamente inteligente, sem contar que no repertório está nada mais, nada menos do que Queen (é um filme britânico, pela rainha!). E eu aviso, depois desse filme, você nunca mais vai ouvir "Don't Stop Me Now" da mesma forma e isso é genial!
De quebra, o padrasto do Shaun é interpretado pelo maravilhoso Bill Nighy (se você não sabe quem ele é, nem deveria estar aqui, sinceramente). E o Martin Freeman (BILBO!) faz uma pontinha adorável de uma fala bem curta.

Foto: Universal Studios

Alguns anos depois, alugaram em casa um filme chamado Hot Fuzz. Eu, em toda a minha inocência, fui assistir sem ter a menor noção de onde estava me enfiando.
Esse foi o passo dois de me apaixonar pelo Simon Pegg.
No elenco estão novamente Simon, Nick e Bill (que aparece bem rápido), assim como Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine (The Bourne Ultimatum) e Timothy Dalton (Bond, James Bond).
O filme conta a estória do policial Angel (Pegg) que, por ser bom demais e ofuscar o desempenho dos outros policiais, é transferido de Londres para uma cidadezinha do interior, onde praticamente não há criminalidade. Lá ele conhece Danny (Frost) e conta com a ajuda dele para resolver os desaparecimentos e as misteriosas mortes, dadas todas como acidentais, da cidade.
Outra vez, misturando ação com um humor negro e ácido de um jeito que só os britânicos conseguem.

Foto: Universal Studios/ Focus Features

Então, finalmente, já apaixonada, em 2013, a trilogia se completa com The World's End. Um dos filmes mais viajados que eu já tive a oportunidade de assistir.
No elenco estão as figurinhas repetidas Simon Pegg, Nick Frost, Bill Nighy, Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine e ainda, Rosamund Pike (Doom, Wrath of the Titans, Gone Girl), Pierce Brosman (eles realmente gostam de James Bond) e David Bradley (Harry Potter, The Strain).
O filme conta a estória de cinco amigos que se encontram depois de vinte anos e resolvem, liderados por Gary (Pegg), voltar a sua cidade natal e completar a Golden Mile, ou seja, tomar um pint em cada um dos 12 pubs da cidade. No meio do caminho, porém, eles começam a perceber que os pubs não são os mesmos e as pessoas da cidade estão agindo de forma estranha, até que começam a suspeitar que aqueles não são os moradores originais da cidade.
O filme é de chorar de dar risada. Com cenas absurdas e inteligentes, mais uma vez misturando comédia ácida com ação de uma forma especial.

Os três filmes tem elementos parecidos. Como a cena que ajudou a dar o nome da trilogia, onde a personagem do Nick Frost é viciada em Cornetto no primeiro e no segundo filme e no terceiro apenas olha a embalagem através de um aramado.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Há também a famosa cena da personagem do Simon Pegg pulando a cerca, presente nos três filmes.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Todos os filmes são dirigidos por Edgar Wright e escritos em colaboração dele com Simon Pegg. E se, depois de assistí-los, você ainda não tiver se apaixonado, você não tem coração.

A fase 2.5 da concretização da minha paixão pelo Simon, ocorreu entre Hot Fuzz e The World's End, com os filmes How to Loose Friends and Alienate People, de 2008, e Paul, de 2011. Os dois filmes são americanos, e dirigidos por pessoas diferentes, por isso não entram na trilogia, sem contar que eles não tem o Nick Frost no elenco e o Simon precisa do Nick pra ser épico, se não ele é só sensacional.

sábado, 1 de agosto de 2015

Murder in the First

Foto: TNT

Acabei de assistir a primeira temporada de Murder in the First e fiquei muito feliz com a proposta. Cada temporada gira em torno de apenas um caso, acompanhando ele desde o cometimento do crime até o julgamento final do acusado ou o encarceramento.
Os atores principais são Taye Diggs (Private Practice) e Kathleen Robertson (Bates Motel), como os inspetores de polícia, English e Mulligan, respectivamente. E na primeira temporada o caso (na verdade são dois, mas a série dá mais atenção a um) gira em torno do gênio em tecnologia, Erich Blunt (interpretado por Tom Felton, sim, o Draco Malfoy de Harry Potter), que é um bilionário excêntrico e misterioso.
A série também conta com Ian Anthony Dale (The Event, Mortal Kombat a série), como o capitão de polícia Jim Koto e Raphael Sbarge (o Grilo Falante/ Psicólogo de Once Upon a Time), como o inspetor Molk.
A série se passa em San Francisco, o que já é um alívio do clássico "Los Angeles ou Nova Iorque", e é bem repleta de mistérios e revira-voltas, o que a torna interessante, ainda que contando a estória de apenas um caso por temporada.
Dá ênfase na estória pessoal das personagens principais, mas o faz de maneira rápida, sem ficar maçante. Segue o plano de uma série policial comum, com dinâmica rápida e sem ser pesada demais para o público comum.
Vou começar a segunda temporada e espero que faça valer tanto quanto a primeira.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Jurassic World

Leia Antes!
Foto: Studio Universal/ Globo

Bem, o filme começa com uma visão aérea do parque e logo aí já tive meu primeiro calafrio. Digam o que quiserem, mas imaginar um parque de diversões com dinossauros de verdade é o máximo! Não acho que você precisa ser um super fã de pré-história (mesmo porque os super-fãs apontam os defeitos) ou uma daquelas (ex) crianças que amavam dinossauros pra curtir uma idéia dessas.
Bom, o filme é, como eu esperava, sensacional. Mais tenso do que o primeiro, ainda que com muitos elementos dele.

Não vou ser desmancha prazeres e dar spoilers importantes. Mas existem três coisas muito importantes que você precisa saber sobre esse filme:

1 - Muitos irão dizer que ele é uma cópia do primeiro e, sim, existem diversos elementos semelhantes, mas isso não faz dos dois filmes a mesma coisa. E eu não estou falando apenas em termos de tecnologia. Apesar dos novos dinossauros serem feitos na grande maioria em CG (computação gráfica, ou animação, se preferir), ainda existe pelo menos uma ou outra cena com os robôs iguaizinhos aos da primeira trilogia, que em nenhuma parte dos efeitos visuais deixou a desejar. Existem as crianças, o homem "herói", o homem "fanfarrão" e a mulher "heroína". Existem dinossauros, um parque (por sinal, na mesma ilha do primeiro parque) e até carrinhos estilo off road (que infelizmente não são amarelos). Existe até dinossauro fujam tocando o terror. Mas nada disso torna o Jurassic World uma cópia do Jurassic Park original.

2 - Esse não é o Chris Pratt que você estava esperando. Se você é fã do comediante, não se iluda, Jurassic Park teve mais elementos de comédia do que Jurassic World. O Chris Pratt fanfarrão não é o mesmo cara que fez o Owen Grady. Eu, pessoalmente, esperava ver pelo menos o mesmo Chris do Guardiões da Galáxia, que estava bombado, mas ainda era engraçado. Se você é o tipo de pessoa que prefere homem bombado a homem engraçado, vai se apaixonar pelo Owen, mas se gostava mesmo era do Fat Chris Pratt (o Chris bobão e engraçado), vai se decepcionar. O papel dele nesse filme é de herói/ treinador-macho-pra-caralh* de velociraptor/ salvador da pátria e não de cara engraçado.

3 - A Bryce Dallas está apaixonante. Se você já gostava da musa de M. Night Shyamalan como a, filha-da-put*, Hilly Holbrook de Histórias Cruzadas, ou mesmo como a fofa Gwen Stacy de Homem Aranha 3, prepare-se para ver uma ainda nova Bryce Dallas. A rúiva interpreta uma gerente/ administradora aparentemente antipática, que, quando o terror é tocado no parque, se transforma para proteger seus sobrinhos, Zach e Gray (interpretado por Ty Simpkins, o fofo que ajuda o Tony Stark em Homem de Ferro 3). Ela se junta com o Owen e passa de arrumadinha-engomada-impecável para a heroína da vez, não só porque se transforma numa pessoa cuidadosa e bad-ass, como pelo assustador fato de que ela fica até o final do filme correndo (na maioria das vezes) no meio do mato de salto alto e saia e ELA NÃO CAI. Pode me chamar de menininha, mas eu achei isso incrível de verdade! E, claro, ela salva todo muno no final, não que seja digno de ser lembrado, imagina.

O filme tem muita ação com uma pitada (bem pequena) de drama e romance. As mortes não foram tão gráficas quanto eu imaginava, então você que tem problemas com sangue e partes de corpo expostas, pode assistir tranquilo.
E eu não sei se fui a única, mas toda vez que tocava a música do Jurassic Park antigo, eu cantarolava feliz e contente, lembrando daquela trilogia antes das trilogias. O que foi muito bom para relembrar a infância também.