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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blindspot

Foto: Quinn's House/ Berlanti Productions/ Universal Television

Finalmente saiu o piloto de Blindspot. Alguns estavam animados com a série, outros achavam que ela não traria nada demais.
Eu, particularmente, tinha gostado muito do trailer quando o assisti e achei que o piloto fez por merecer.
Como uma fã de estórias policiais, me agrada quase qualquer tipo de série policial que apareça, seja misturada com drama, ficção científica, suspense, comédia ou fantasia, se for policial, eu to dentro (nem que seja para assistir o primeiro episódio e nunca mais ver a série).

A estória gira em torno dessa Jane Doe (Jaimie Alexander), que é encontrada dentro de uma bolsa na Time Square, sem nenhuma lembrança de seu passado e com o corpo todo recentemente tatuado, exceto por seu rosto. Ela vai parar no FBI e acaba os ajudando a resolver o mistério em volta dela mesma e de suas tatuagens, que contém pistas para evitar crimes que ainda não foram cometidos, entre outras coisas.
Entre isso tudo, a Jaimie está daquele jeito Lady Sif, meio séria meio brava que não tem como você não gostar dela. Aos 18:30 minutos de episódio eu sabia que gostava da personagem e aos 23:30 eu queria casar com ela. Todo o mistério e as intenções e personalidade da personagem dão o potencial de ser uma série fenomenal. Espero que eu esteja certa.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Pitch Perfect 2

Leia Antes!
Foto: Universal Pictures/ Gold Circle Films

Quando você achava que não dava para melhorar...
Essa não é a típica sequência que faz o primeiro filme parecer maravilhoso, ainda que este não seja. Essa é a sequência que, caso você assista primeiro, te dá vontade de assistir o filme que a deu origem.
Pra variar, a trilha sonora está sensacional, com direito até a Whitney Houston. Como não é o típico musical, onde todo mundo começa a dançar o tempo todo aparentemente sem motivo, mas sim tem um motivo praquela música tocar e ser cantada naquele momento, acho que agrada mais gente do que o costumeiro público de musicais.
Dessa vez as meninas do Barden Bellas vão concorrer no mundial de a capellas. A última chance que têm de conseguir continuar com o grupo, depois do vexame que fizeram numa apresentação ao presidente dos EUA. Apesar de serem as campeãs nacionais pelo terceiro ano consecutivo, enfrentam o fato de nunca uma equipe americana ter ganhado o circuito internacional.
As piadas estão fora de série, ênfase na dupla John e Gail, interpretada por John Michael Higgins (Yes Man, The Ugly Truth, Fun With Dick and Jane) e Elizabeth Banks (Walk of Shame, Hunger Games, Zack and Miri Make a Porno), que são os mesmos comentaristas do primeiro e são tão idiotas que não tem como você não dar risada.
A Anna Kendrick (The Last Five Years, Into The Woods, Up In The Air) está, como sempre, afiadíssima nas piadas e caretas. Rebel Wilson (Super Fun Night, Bachelorette) continua fazendo qualquer pessoa acima do peso ter muito orgulho de dizer que é gordo. E entra a (não tão) novata Hailee Steinfeld (True Grit, Ender's Game), que recebeu indicação ao Oscar 2011 como melhor atriz coadjuvante, com apenas 15 anos.
E claro, não pode faltar a menção honrosa: Pentatonix faz uma pontinha no filme! (Se você não conhece eles, shame on you pára de enrolar e clica aqui)
Eu cantei as músicas junto e me arrepiei com a última música das meninas. Se você gosta de música boa e dar risada feito um idiota, não pode perder essa sequência.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Blood and Ice Cream Trilogy

OU
A Estória de Como Eu Me Apaixonei Pelo Simon Pegg

*esse texto contém spoilers*

Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions

Há pouco mais de dez anos atrás eu assisti um filme (completamente underrated, por sinal) chamado Shaun of The Dead. O filme conta a estória muito louca de Shaun, um rapaz que aparentemente não faz nada direito, com um trabalho de segunda categoria, dividindo aluguel com dois amigos, um deles, Ed, interpretado pelo também hilário e apaixonante Nick Frost. Shaun acabou de tomar um pé na bunda de sua namorada, Liz, e está afogando as mágoas com Ed quando o mundo é dominado por zumbis.
O filme consegue misturar comédia, ação e sangue, em um ritmo que eu nunca vi.
A sequência de músicas é extremamente inteligente, sem contar que no repertório está nada mais, nada menos do que Queen (é um filme britânico, pela rainha!). E eu aviso, depois desse filme, você nunca mais vai ouvir "Don't Stop Me Now" da mesma forma e isso é genial!
De quebra, o padrasto do Shaun é interpretado pelo maravilhoso Bill Nighy (se você não sabe quem ele é, nem deveria estar aqui, sinceramente). E o Martin Freeman (BILBO!) faz uma pontinha adorável de uma fala bem curta.

Foto: Universal Studios

Alguns anos depois, alugaram em casa um filme chamado Hot Fuzz. Eu, em toda a minha inocência, fui assistir sem ter a menor noção de onde estava me enfiando.
Esse foi o passo dois de me apaixonar pelo Simon Pegg.
No elenco estão novamente Simon, Nick e Bill (que aparece bem rápido), assim como Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine (The Bourne Ultimatum) e Timothy Dalton (Bond, James Bond).
O filme conta a estória do policial Angel (Pegg) que, por ser bom demais e ofuscar o desempenho dos outros policiais, é transferido de Londres para uma cidadezinha do interior, onde praticamente não há criminalidade. Lá ele conhece Danny (Frost) e conta com a ajuda dele para resolver os desaparecimentos e as misteriosas mortes, dadas todas como acidentais, da cidade.
Outra vez, misturando ação com um humor negro e ácido de um jeito que só os britânicos conseguem.

Foto: Universal Studios/ Focus Features

Então, finalmente, já apaixonada, em 2013, a trilogia se completa com The World's End. Um dos filmes mais viajados que eu já tive a oportunidade de assistir.
No elenco estão as figurinhas repetidas Simon Pegg, Nick Frost, Bill Nighy, Martin Freeman (BILBO!), Paddy Considine e ainda, Rosamund Pike (Doom, Wrath of the Titans, Gone Girl), Pierce Brosman (eles realmente gostam de James Bond) e David Bradley (Harry Potter, The Strain).
O filme conta a estória de cinco amigos que se encontram depois de vinte anos e resolvem, liderados por Gary (Pegg), voltar a sua cidade natal e completar a Golden Mile, ou seja, tomar um pint em cada um dos 12 pubs da cidade. No meio do caminho, porém, eles começam a perceber que os pubs não são os mesmos e as pessoas da cidade estão agindo de forma estranha, até que começam a suspeitar que aqueles não são os moradores originais da cidade.
O filme é de chorar de dar risada. Com cenas absurdas e inteligentes, mais uma vez misturando comédia ácida com ação de uma forma especial.

Os três filmes tem elementos parecidos. Como a cena que ajudou a dar o nome da trilogia, onde a personagem do Nick Frost é viciada em Cornetto no primeiro e no segundo filme e no terceiro apenas olha a embalagem através de um aramado.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Há também a famosa cena da personagem do Simon Pegg pulando a cerca, presente nos três filmes.
Foto: Working Title Films/ Big Talk Productions/ Universal Studios/ Focus Features

Todos os filmes são dirigidos por Edgar Wright e escritos em colaboração dele com Simon Pegg. E se, depois de assistí-los, você ainda não tiver se apaixonado, você não tem coração.

A fase 2.5 da concretização da minha paixão pelo Simon, ocorreu entre Hot Fuzz e The World's End, com os filmes How to Loose Friends and Alienate People, de 2008, e Paul, de 2011. Os dois filmes são americanos, e dirigidos por pessoas diferentes, por isso não entram na trilogia, sem contar que eles não tem o Nick Frost no elenco e o Simon precisa do Nick pra ser épico, se não ele é só sensacional.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Jurassic World

Leia Antes!
Foto: Studio Universal/ Globo

Bem, o filme começa com uma visão aérea do parque e logo aí já tive meu primeiro calafrio. Digam o que quiserem, mas imaginar um parque de diversões com dinossauros de verdade é o máximo! Não acho que você precisa ser um super fã de pré-história (mesmo porque os super-fãs apontam os defeitos) ou uma daquelas (ex) crianças que amavam dinossauros pra curtir uma idéia dessas.
Bom, o filme é, como eu esperava, sensacional. Mais tenso do que o primeiro, ainda que com muitos elementos dele.

Não vou ser desmancha prazeres e dar spoilers importantes. Mas existem três coisas muito importantes que você precisa saber sobre esse filme:

1 - Muitos irão dizer que ele é uma cópia do primeiro e, sim, existem diversos elementos semelhantes, mas isso não faz dos dois filmes a mesma coisa. E eu não estou falando apenas em termos de tecnologia. Apesar dos novos dinossauros serem feitos na grande maioria em CG (computação gráfica, ou animação, se preferir), ainda existe pelo menos uma ou outra cena com os robôs iguaizinhos aos da primeira trilogia, que em nenhuma parte dos efeitos visuais deixou a desejar. Existem as crianças, o homem "herói", o homem "fanfarrão" e a mulher "heroína". Existem dinossauros, um parque (por sinal, na mesma ilha do primeiro parque) e até carrinhos estilo off road (que infelizmente não são amarelos). Existe até dinossauro fujam tocando o terror. Mas nada disso torna o Jurassic World uma cópia do Jurassic Park original.

2 - Esse não é o Chris Pratt que você estava esperando. Se você é fã do comediante, não se iluda, Jurassic Park teve mais elementos de comédia do que Jurassic World. O Chris Pratt fanfarrão não é o mesmo cara que fez o Owen Grady. Eu, pessoalmente, esperava ver pelo menos o mesmo Chris do Guardiões da Galáxia, que estava bombado, mas ainda era engraçado. Se você é o tipo de pessoa que prefere homem bombado a homem engraçado, vai se apaixonar pelo Owen, mas se gostava mesmo era do Fat Chris Pratt (o Chris bobão e engraçado), vai se decepcionar. O papel dele nesse filme é de herói/ treinador-macho-pra-caralh* de velociraptor/ salvador da pátria e não de cara engraçado.

3 - A Bryce Dallas está apaixonante. Se você já gostava da musa de M. Night Shyamalan como a, filha-da-put*, Hilly Holbrook de Histórias Cruzadas, ou mesmo como a fofa Gwen Stacy de Homem Aranha 3, prepare-se para ver uma ainda nova Bryce Dallas. A rúiva interpreta uma gerente/ administradora aparentemente antipática, que, quando o terror é tocado no parque, se transforma para proteger seus sobrinhos, Zach e Gray (interpretado por Ty Simpkins, o fofo que ajuda o Tony Stark em Homem de Ferro 3). Ela se junta com o Owen e passa de arrumadinha-engomada-impecável para a heroína da vez, não só porque se transforma numa pessoa cuidadosa e bad-ass, como pelo assustador fato de que ela fica até o final do filme correndo (na maioria das vezes) no meio do mato de salto alto e saia e ELA NÃO CAI. Pode me chamar de menininha, mas eu achei isso incrível de verdade! E, claro, ela salva todo muno no final, não que seja digno de ser lembrado, imagina.

O filme tem muita ação com uma pitada (bem pequena) de drama e romance. As mortes não foram tão gráficas quanto eu imaginava, então você que tem problemas com sangue e partes de corpo expostas, pode assistir tranquilo.
E eu não sei se fui a única, mas toda vez que tocava a música do Jurassic Park antigo, eu cantarolava feliz e contente, lembrando daquela trilogia antes das trilogias. O que foi muito bom para relembrar a infância também.