domingo, 20 de setembro de 2015

The To Do List

Foto: CBS/ 3 Arts Entertainment/ The Mark Gordon Company

O filme conta a estória de Brandy Klark (Aubrey Plaza), uma adolescente nerd esquisita que acaba de se formar no colegial e resolve que não pode ir para a faculdade sabendo nada do mundo do sexo.
Então, após conversar com sua irmã mais velha, ela faz uma lista sobre tudo que precisa aprender sobre sexo nas férias de verão.
Ela acaba se envolvendo seu melhor amigo, Cameron (Johnny Simmons), e se apaixona por Rusty Waters (Scott Porter), com quem tem a intenção de perder a virgindade.
O filme mistura a inocência de uma garota que nunca ouviu falar sobre a maioria das coisas relacionadas a sexo com a explicitude que são os atos que ela vai ter que fazer. Sem contar que as caras e bocas que a Aubrey Plaza faz são, de fato, impagáveis.
O filme é uma comédia que vale a pena assistir. E o elenco ainda conta com a presença de Bill Hader, Rachel BilsonChristopher Mintz-PlasseAndy Samberg e Clark Gregg (Son of Coul!!).

Ooops! Noah is Gone...

ou All Cratures Big And Small
ou Two by Two
Foto: Ulysses Filmproduktion/ Fabrique d'Images/ Skyline Entertainment 

Só pelo nome, você já sabe que esse é um desenho fofo. Mas não me pergunte porque existem três nomes.

Noah constrói a arca para os animais e o leão é o encarregado de organizá-los. Os Nestrians (uma forma de vida colorida e engraçadinha, muito boa em construir casas), Dave e seu filho Finny, descobrem então que não foram autorizados a embarcar, por isso, embarcam fingindo ser Grymps como Hazel e sua filha Leah.
Em meio a um monte de confusões, Finny e Leah acabam saindo da arca e ficando para trás. Assim, eles terão que se adaptar um ao outro para conseguirem alcançar a arca antes que o planeta inunde.

O filme é extremamente adorável e não tem como você não se apaixonar pelos Nestrians. É uma animação feita em combinado com Alemanha, Irlanda, Luxemburgo, Bélgica e Estados Unidos, por isso, nenhum dos dubladores é exatamente conhecido.

InAPPropriate Comedy

Foto: 20th Century Fox

Já aviso, esse filme tem uma nota de 2,9 no IMDB e ele não merece!
Isso, é claro, se você gosta de filmes com várias estórias não conexas, sem pé nem cabeça e muito, mas muito sujo.
Ele tem uma pegada (mais pesada, porém parecida) como a do Movie 43.
Se eu for contar a estória do filme, vou acabar contanto ele todo. O que você precisa saber é que um cara fica mexendo no seu tablet e clicando em vários aplicativos diferentes (às vezes mais de uma vez) e cada aplicativo o manda para um vídeo curto. A maioria (ou talvez sejam todos) tiram sarro de algum programa americano, como The Amazing Race que vira The Amezing Racist.
Entenda, esse filme exagera em todos os preconceitos, de todos os tipos, justamente porque ele está, na verdade, tirando sarro das pessoas preconceituosas (mais especificamente o americano branco cristão), que vêem aqueles que são diferentes delas dessa forma. Se você não tem maturidade intelectual para entender isso, por favor, pare de ler o que eu escrevo não assista esse filme.

O elenco conta com a presença de Rob Schneider, Adrien Brody, Michelle Rodriguez, Lindsay Lohan Ari Shaffir (que também escreve).
Divirta-se!

sábado, 19 de setembro de 2015

Poltergeist (2015)

Foto:  MGM/ Ghost House Pictures/ Vertigo Entertainment

Primeiro de tudo eu preciso dizer que nos últimos vinte anos, foram raros os filmes que realmente me deixaram com medo. Normalmente eu gosto de assistir filme de terror meio tosco, que é pra poder dar risada. Esse não foi um desses casos.
Se juntando ao hall de The Blair Witch Project (sendo que ele é feito para você tomar sustos), Paranormal Activity (assistir sozinha em casa de noite não foi uma boa idéia), The Conjuring e Mama, esse novo Poltergeist é, por falta de um expressão melhor, de dar medo.
Vou ser bem sincera, tirando algumas das cenas mais icônicas eu não lembro muito bem do original (shame on me), mas com certeza absoluta esse fez jus ou seu antecessor.

Eric Bowen (Sam Rockwell) se muda com sua família para um novo condomínio que foi construído em cima de um antigo cemitério, de onde, tecnicamente, as lápides e os corpos foram retirados (porque, claro que isso ia dar certo).
Seus dois filhos mais novos Madison e Griffin começam a ter interações com as aparições, que seduzem a menina e amedrontam o garoto.
Quando Madison desaparece e os chama de dentro da TV (nesse momento eu estava agarrando minhas perninhas em cima do sofá e suspirando "Por quê?"), a família acaba chamando profissionais do ocultismo para tentar encontrá-la e trazê-la de volta. A partir desse momento é um treme daqui, grita dali, puxa o braço do sujeito acolá, com eventuais coisas voando em todas as direções. Nem preciso dizer que quando eles finalmente a encontram ela está numa espécie de sub-mundo com pessoas se deteriorando e se esticando e ah, meu deus, que terrível!!
Bom, o filme super vale a pena assistir. De preferência apertando a mão da sua mãe. Dentro de um círculo de sal grosso. Com um cano de ferro na outra mão. E um pentagrama no pescoço. Daí fica tudo certo. Bons sonhos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Hannibal (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Dino De Laurentiis Company/ Living Dead Guy Productions/ NBC

MEU DEUS!
Sério, que series finale foi esse? Eu chorei, arrepiei, fiquei nervosa, apaixonada e excitada com as últimas cenas. Foi uma montanha russa de emoções.
Essa foi com certeza absoluta uma das minhas séries prediletas de todos os tempos!
Eu já amava Hannibal desde que eu me lembro por gente, entre filmes e livros que sempre me agradaram, mas o Bryan Fuller conseguiu melhorar essa experiência. Assim como Pushing Daisies, que é uma das séries mais bonitas que eu já vi, Hannibal agradou os olhos até dos mais chatos e sensíveis. Cada cena, shot, roupa, background e prato de comida foi pensado nos mínimos detalhes para que essa fosse não apenas uma série comum, mas sim uma obra prima.
Eu vou sentir uma falta tremenda dos diálogos inteligentes, da linguagem corporal bem pensada, das leves insinuações com o rosto no momento certo. Tudo nessa série dava gosto.
Mads Mikkelsen fez jus à personagem tão bem interpretada e eternizada por Anthony Hopkins. E é com um aperto no coração que eu digo adeus a essa série. Tanto que, quando soube que havia sido cancelada, parei de assistir e esperei para assistir todos os últimos episódios de uma só vez, degustando-os, de forma que até Hannibal Lecter aprovaria. Foi triste, como um último encontro com o amor da sua vida, onde tudo parece mais maravilhoso, porque você sabe que não vai ter mais aquilo.
A cena final (antes dos créditos) onde Hannibal e Will finalmente matam alguém juntos foi como aquele beijo entre as duas personagens principais que você sempre fica esperando e (normalmente) demora várias temporadas para acontecer e, enquanto não acontece, você passa pelos episódios sofrendo com a tensão. Pelo menos, é o que acontece comigo. E foi isso nessa série, eu passei todos os episódios esperando o Will (Hugh Dancy) matar alguém e quando ele finalmente o faz é numa dança de coreografia onde os golpes dele são alternados com os de Hannibal. UAU! Eu morri um pouco vendo essa cena, cada golpe em câmera lenta era um suspiro no sofá. Até que finalmente acaba, o Dragão Vermelho está morto e eu sem fôlego.
É isso. Acabou. Eu me enterrei no sofá e Bryan Fuller me cobriu com o mais sedoso lençol de beleza e sangue.
Eu não vou superar essa série tão cedo, mesmo com a notícia de que a NBC vai trazer uma mini-série spinoff de Heroes (uma das minhas séries prediletas).
Até ver algo novo sobre o Hannibal, meu coração permanecerá partido.

Falling Skies (series finale)

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto:  DreamWorks Television/ TNT Originals/ Invasion Productions

Então, depois de cinco temporadas extraordinárias, Falling Skies acabou.
Eu fui pega de surpresa, não estava acompanhando as notícias sobre a série, logo, não tinha idéia que estava assistindo ao último episódio até reparar na hashtag em cima do logo da TNT que dizia "series finale", nesse momento deu uma apertadinha no peito, daquelas que acontecem quando um grande amigo vai morar fora.
Enquanto o episódio passava eu ia pensando em tudo que aconteceu na série e comparando com outras séries pós-apocalíticas, que não tem a mesma quantidade de ação. Algo que me agrada e muito.
Mas também devo admitir que fiquei aliviada de ver que eles finalmente - depois de só se darem mal - conseguiram derrotar os espheni e retomar o planeta.
O episódio também foi corrido e me deu a impressão de que até a primeira metade poderia perfeitamente ser apenas mais um season finale, sendo que tudo poderia dar errado e eles continuariam lutando na próxima temporada. Por bem ou por mal, tudo dá certo, graças ao dispositivo biotec que a ex-mulher de Tom/ Dornia entrega a ele. Esse dispositivo mata a rainha e, com ela, todos os overlords, skitters e tudo que tinha DNA espheni. Infelizmente, após declarar que está grávida de novo, Anne (Moon Bloodgood) acaba morrendo também, mas Tom (Noah Wyle) pede ajuda à Dornia, que a traz de volta à vida. 
É formada uma nova "nação" que inclui todos os sobreviventes das antigas nações do mundo e liderada por nada mais nada menos do que Tom Mason. De quebra, a série termina com a lição de que, se não fosse a invasão alienígena, os seres humanos não teriam ficado tão unidos e não conseguiriam derrotar os spheni.
Achei um final bem legal, que deixou um gostinho de nostalgia já.
Vou sentir falta das loucuras alienígenas do Spielberg na tv.

Beauty and the Beast

Leia Antes!
*Spoiler Alert*
Foto: Take 5 Productions/ Whizbang Films/ CBS 

O season finale que ficou com cara de series finale e me deixou um pouco confusa.
Pela primeira vez Beauty and the Beast terminou com tudo arrumado. Nada de terminar no meio de uma briga ou conversa ou com alguém voando para longe e você com aquela cara de bolinha sem entender porr* nenhuma do que tava acontecendo.
Ela terminou com tudo que uma series finale tem direito. A Cat (Kristin Kreuk) e o Vincent (Jay Ryan) finalmente conseguem virar o jogo, encontrar e matar o Liam (Jason Gedrick) - diga-se de passagem a maior ameaça que eles tiveram até agora, depois do pai da Cat, que era só bem relacionado. Eles resolvem todos os problemas da temporada, os federais acreditam neles e eles casam na última cena.
Daí começou a dar nó na minha cabeça, porque o episódio pareceu super corrido, ao contrário do ritmo mais específico da série. Eles acabaram casando do nada, na lage do prédio da Cat, só com a Heather, o JT e a Tess de convidados, algo que o Vincent não queria desde o começo, por não ser romântico. Mas ok, ignorei isso.
O que realmente ficou meio estranho foi o fato de que a segunda temporada parou no meio, sem explicações e acabou terminando mais tarde do que deveria, o que fez com que a programação das próximas temporadas ficassem desatualizadas, ou seja, a quarta temporada está confirmada e marcada para estrear ainda esse ano. Então, ao contrário das aparências esse foi realmente apenas o season finale.
Tirando as estranhezas, o final não deixou a desejar. Admito que achei muito fofo eles casarem (finalmente!) e ninguém se machucar no meio do caminho.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Eragon

Leia Antes!
Foto: Fox

Quem foi que me falou para eu não assistir esse filme? E, mais importante, por que eu acreditei durante tanto tempo??
Tenho que admitir que o filme, como pacote, não é isso tudo, mas ele é muito legal!
Eragon (Ed Speleers) é um adolescente que vive numa fazenda, parte do reino do tirano Galbatorix (John Fucking Malkovich), o último dragon-rider que existe - visto que ele matou todos os outros e seus dragões.
O rapaz acha um ovo de dragão, sem saber direito que era um ovo ou o que é um dragão e acaba virando um dragon-rider (desculpe, eu não sei como traduzir isso de um jeito decente).
Resumindo, Eragon tem o dever de salvar o reino e a princesa (interpretada pela lindíssima Sienna Guillory - a Jill de Resident Evil: Apocalypse).
O elenco ainda conta com a presença de Jeremy Irons, como o treinador de Eragon, Brom, Robert Carlyle, como o braço direito de Galbatorix, Durza, Garrett Hedlund, como o amigo de Eragon, Murtagh, Christopher Egan, como o primo de Eragon, Roran, Djimon Hounsou, como o líder da resistência Ajihad, e Rachel Weiss, como a voz da dragão Saphira.

Vacation e European Vacation


Como demorou para eu assistir esses clássicos da sessão da tarde!
Bom finalmente eu posso comentar que os filmes são loucos, mas são muito bons.

Vacation

Foto: Warner Bros.

É a estória da família Griswold, que resolve viajar de carro até a Califórnia, para ir ao parque de diversões Walley World. Eles vão passando por várias cidades e vendo várias coisas inúteis/ interessantes, enquanto tudo que você puder imaginar de errado vai acontecendo, desde perder a bagagem, passando por ir parar no meio do deserto com os pneus do carro furados, até ter um momento Dia de Fúria e ameaçar o segurança do parque com uma arma.
O filme é de 1983, então deve-se levar em conta a falta de recursos que eles tem a disposição no filme e também o tipo de humor pastelão da época (que eu particularmente adoro).

European Vacation

Foto: Warner Bros.

Após ganhar um jogo de perguntas e respostas na televisão, a família Griswold vai para a Europa. Fazendo um tour por vários países, de carro, eles se metem em enrascadas diferentes, porém igualmente engraçadas.
Vale apontar que eu gostei muito mais das crianças do primeiro filme, atuavam melhor e a menina do segundo é muito chata.

The SpongeBob Movie: Sponge Out of Water

Leia Antes!
Foto:  Paramount Animation/ Nickelodeon Movies

Esse é o tipo de filme que exemplifica a minha teoria de que todo ator bom tem que fazer filmes ruins para pagar as contas. Tudo bem que o Antonio Banderas exagerou nessa, mas ele é o Antonio Banderas, então a gente perdoa.
O filme é pobre de estória, como se era de esperar de um filme infantil. Mas o maior problema é que o filme é ainda mais besta do que o desenho (e mais absurdamente alucinógeno também) o que não o faz exatamente ser feito para crianças. Quer dizer, na minha época os programas infantis tinham um motivo, ou eram educativos, ou tinham algum tipo de lição de moral que você tirava no fim de cada episódio. Hoje em dia, infelizmente, os programas infantis são aparentemente feitos por pessoas com problemas mentais para pessoas com problemas mentais (não os comprovados diagnosticamente, mas os que são só idiotas mesmo).
Bom, a estória gira em torno do fato que a receita do hambúrguer de siri desapareceu enquanto o Plancton tentava roubá-lo. Ele e o Bob Esponja são incriminados e a cidade da Fenda do Biquíni vira o cenário do Mad Max (não, isso não é uma brincadeira). Na tentativa de desccbrir onde a fórmula do hambúrguer foi parar, Bob e sua turma vão parar na superfície (como se as coisas não estivessem loucas o suficiente). Daí passa de animação em 2D para CG com realidade.
O CG 'tá muito bem feito e a música de quando o Bob Esponja está viajando pelo tempo (sim, isso acontece) é legal também, mas é só.